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Redução das Emissões do Desmatamento e Degradação (REDD)
Notícias sobre
REDD — emissões reduzidas do desflorestamento e degradação florestal nos países em desenvolvimento — é um mecanismo proposto de mitigação da mudança climática que reduziria as emissões de gases de efeito estufa através do pagamento aos países em desenvolvimento para pararem de cortar suas florestas. O desflorestamento tropical é a fonte de 12-17 por cento das emissões dos gases de efeito estufa advindos da atividade humana, uma porção maior que todos os carros, caminhões, navios, aviões e trens do mundo todo juntos.
Um mecanismo REDD apropriadamente projetado é amplamente visto como uma abordagem de custo-benefício para simultaneamente conservar as florestas, reduzir a mudança climática, proteger a biodiversidade, impulsionar o desenvolvimento sustentável, e manter importantes serviços ecológicos providos pelos ecossistemas florestais saudáveis. O conceito do REDD tem ganho apoio de um grande grupo de interesses diversos, incluindo conservacionistas, grandes empresários, cientistas, governos, agencias de desenvolvimento, e alguns grupos de ambientalistas e de defesa dos direitos dos indígenas. No entanto, as preocupações permanecem sobre como o REDD será implementado e se seus benefícios serão compartilhados de forma justa entre as partes interessadas.
História do REDD
O conceito de REDD não é uma idéia nova. A compensação pela conservação de florestas tropicais foi proposta por cientistas ambientais nos anos 80 e 90, mas não foi antes da metade da década de 90 que a idéia ganhou espaço a nível internacional quando foi discutida em vários eventos da Convenção Estrutural das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), incluindo o COP3 em Kyoto em 1997. No entanto, preocupações técnicas e a oposição de alguns grupos ambientais (liderados pela WWF) resultaram no fato da conservação florestal acabar sendo excluída do Protocolo de Kyoto em 2001.
O conceito de 'evitar o desflorestamento' ressurgiu no estágio internacional em 2005 com a formação da Coalizão para as Nações de Florestas Tropicais (CfRN), u grupo de países tropicais intercedendo pela inclusão da conservação florestal como meio de abrandar a mudança climática. Liderada por Papua Nova Guiné e Costa Rica, a Coalizão para as Nações de Florestas Tropicais apresentou uma proposta de projeto de "Emissões reduzidas do desflorestamento em países em desenvolvimento: abordagens para estimular ações" em COP11 em Montreal em 2005. Dois anos de negociações e avanços técnicos culminaram no Plano de Ação Bali de Dezembro de 2007, que chamou por "abordagens políticos e incentivos positivos em questões relacionadas ás emissões reduzidas do desflorestamento e degradação da floresta nos países em desenvolvimento [REDD], e o papel dos conservacionistas, manejo sustentável das florestas e melhorias no estoque de carbono florestal nos países em desenvolvimento." O apoio ao REDD tem sido maior e mais profundo desde Bali: o REDD foi uma das únicas áreas de progresso durante as conversações climáticas em Copenhagen em Dezembro de 2009.
Desde sua criação como "desmatamento evitado", o mecanismo de proteção da floresta tem se expandido para incluir a degradação da floresta (o segundo "D" no REDD). Mais tarde evoluiu para incluir o manejo sustentável da floresta (i.e. reduzindo o impacto da extração de madeira) e reflorestamento, se tornando conhecido como REDD-plus ("REDD+").
Questões fundamentais REDD
Embora agora haja apoio substancial para o REDD, muitas questões permanecem não resolvidas, incluindo financiamento para apoiar o mecanismo e prover incentivos econômicos suficientes para barrar o desflorestamento; critério para estabelecer linhas de base de confiança para o desflorestamento; aspectos técnicos de monitoramento e verificação de mudanças na cobertura florestal; preocupações sobre a má governança e a exploração ilegal da madeira; fuga internacional, Segundo a qual a conservação em um país leva ao desflorestamento em outro; escala de implementação, incluindo o debate sobre projetos "nacionais" versus "subnacionais"; equidade, incluindo a posse da terra, propriedade e participação das comunidades dependentes da floresta; questões sobre como identificar os condutores do desflorestamento incluindo o consumo pelos países ricos; manejo florestal sustentável (i.e. impacto reduzido da extração de madeira) versus proteção das florestas primárias como ecossistemas intactos; proteção da biodiversidade e serviços ambientais em ecossistemas que não são ricos em carbono; e controvérsias sobre as compensações de carbono e inclusão do carbono florestal no mercado baseado em esquemas de comércio.
Tempo para acontecer o REDD
Apesar de um acordo com o REDD ainda não ter sido assinado, os projetos já estão em curso em diversos países e países industrializados se comprometeram com bilhões de dólares para as iniciativas de começo do REDD via o Programa UN-REDD, a Forest Carbon Partnership Facility do Banco Mundial, e outras entidades. Uma vez que o acordo for finalizado, 2013 é o mais cedo possível que o REDD começaria, seguindo a expiração do Protocolo de Kyoto.
Notícias: Redução das Emissões do Desmatamento e Degradação (REDD)
O plano do Brasil para salvar a Floresta Amazônia
(02/17/2010)
Responsável por metade do desflorestamento tropical entre 2000 e 2005, o Brasil é o fornecedor mais importante quando se trata do desenvolvimento de uma estrutura climática que inclui as emissões reduzidas advindas do desflorestamento e degradação das florestas (REDD). Mas a posição do Brasil sobre o REDD contrasta com as propostas colocadas por outros países tropicais, incluindo a Coalition for Rainforest Nations, um bloco de negociação de 15 países. Ao invés de defender uma abordagem de Mercado para o REDD, onde os créditos gerados a partir da conservação florestal seriam tratados entre os países, o Brasil está pedindo um gigante fundo de financiamento com doações das nações industrializadas. Os que contribuíssem não estariam elegíveis para os créditos de carbono que poderiam ser usados para atender a os obrigações de redução de emissões sob o tratado climático vigente.
Paraíso tropical ilha desabitada REDD procura de financiamento para salvá-lo de madeireiros.
(01/27/2010)
Tetepare pode ser um dos últimos paraísos tropicais na terra. Headhunting é uma misteriosa doença que matou os habitantes originais da ilha a mais de duzentos anos atrás, fazendo hoje da ilha Tetepare a maior ilha desabitada do Pacífico tropical. A ilha de 120 quilômetros quadrados (46 quilômetros quadrados), esta sem ser utilizada desde de muito tempo pela indústria ou agricultura, atualmente, está ameaçada pelo interesse da exploração madeireira. No entanto, a ilha não esta fora de ser salva: em 2002 os descendentes dos habitantes originais da Tetepare formaram a associação dos Descendentes de tetepare (TDA) para preservar a ilha. Recentemente, eles se uniram com o Governo das Ilhas Salomão e as comunidades de conservação das Ilhas Salomão e esta parceria é para desenvolver o financiamento através do programa da Redução das Emissões do Desmatamento e Degradação (REDD) um mecanismo que vai pagar aos países tropicais para manterem suas florestas preservadas.
Brasil poderá deter o desmatamento da Amazônia dentro de uma década
(01/20/2010)
Pagamentos de “U.S. cap-and-trade”, um imposto sobre o carbono, ou uma proposta de um mecanismo de mitigação das alterações climáticas pode ajudar a dar fim no desmatamento da Amazônia no Brasil, reduzindo as emissões de CO2 2-5%, até 2020. Mas o Brasil tem um período de 2 a 3 anos para agir, dizem cientistas. Os fundos gerados no âmbito de um “U.S. cap-and-trade” ou European Union Emission Trading System um amplo esquema de apoio da ONU para reduzir as emissões de gases de efeito estufa por desmatamento e degradação (REDD) poderia desempenhar um papel fundamental para frear o desmatamento na Amazônia brasileira, escreveu uma equipe de relatores da revista Science. Mas o período para captação desta oportunidade é curto - O Brasil tem uma janela de dois ou no máximo três anos para tomar ações que possam acabar com o desmatamento da Amazônia dentro de uma década.
Google Earth para monitorar o desflorestamento
(01/18/2010)
O que poderia ser um critico desenvolvimento na ajuda de monitoramento do desflorestamento dos países tropicais, o Google revelou uma parceria com cientistas usando uma tecnologia remota de sensor para rapidamente analisar e mapear as coberturas florestais em uma resolução extremamente alta. O esforço pode ajudar os países a detectar o desflorestamento logo em seguida a seu acontecimento tornando mais fácil prevenir o desmatamento que ocorre depois.
Mapas Etnográficos construídos com tecnologia de ponta podem ajudar as tribos Amazônicas a receberem pagamentos pelo carbono de suas florestas
(01/05/2010)
Um novo manual mostra a metodologia para o mapeamento cultural, provendo os grupos indígenas com uma poderosa ferramenta para defender suas terras e cultura, enquanto os habilita a se beneficiarem dos avanços do século XXI. O mapeamento cultural pode também facilitar os esforços indígenas a ganharem reconhecimento e compensação sob o esquema proposto de abrandar a mudança climática através da conservação florestal. O esquema—conhecido como REDD para a redução das emissões advindas do desflorestamento e da degradação—será um tópico central de discussão na próxima conversação climática mês que vem em Copenhagen, mas as preocupações permanecem no sentido de que o REDD pode falhar na entrega dos benefícios aos habitantes da floresta.
Mudar os condutores do desflorestamento provê novas oportunidades para a conservação
(01/04/2010)
O desflorestamento tropical chegou a aproximadamente 13 milhoes de hectares de floresta por ano durante a primeira metade desta década, cerca da mesma quantidade de perda florestal dos anos 90. Mas enquanto os numros totais permaneceram relativamente constantes, eles mascaram uma transição de grande significância: uma mudança de condutores do desflorestamento dos pobres para os condutores industriais e a consolidação geográfica de onde o desflorestamento ocorre. Essas mudanças têm importantes implicações para os esforços de proteção das florestas tropicais remanescentes do mundo dos grupos ambientais que agora tem marcos identificáveis que podem ser mais eficientes para pressionar as preocupações ambientais do que dezenas de milhões de pobres agricultores rurais. Em outras palavras, os ativistas têm mais uma alavanca do que nunca para causar impacto no comportamento das empresas no que se refere ao desflorestamento.
Tribo Brasileira detém direitos sobre o carbono em suas terras na Floresta Amazônica
(12/18/2009)
Uma tribo da floresta úmida lutando para salvar seu território dos madeireiros detém direitos sobre o comercio de carbono em suas terras, de acordo com uma opinião legal divulgada hoje por Baker & McKenzie, uma das maiores firmas de Advocacia do mundo.
Na ausencia de mecanismos para identificar o consumo, o REDD pode falhar na proteção das florestas
(12/15/2009)
A crescente demanda por madeira e produtos agrícolas pode trabalhar contra a iniciativa proposta de reduzir as emissões advindas do desflorestamento e da degradação (REDD), adverte um novo relatório da Environmental Investigation Agency (EIA).
O título, Colocando Freios nos condutores da Destruição: Uma responsabilidade compartilhada, diz que o investimento no REDD não será suficiente para proteger as florestas se os principais condutores do desflorestamento — chamado consumo — não forem identificados. É urgente a necessidade de negociadores para re-inserir um texto crítico que foi deixado para trás no que diz respeito ao REDD nas próximas conferencias de mudanças climáticas que ocorrem em Copenhagen nas próximas semanas.
Satélites aliados ao Google Earth são ferramenta poderosa na preservação do meio ambiente
(06/05/2009)
Cientistas, conservacionistas sem envolvimento de campo e ambientalistas estão se munindo de vívidas imagens do espaço e dados de sensoriamento remoto; com isso, vêm detectando ameaças ao planeta e disponibilizando essas informações a qualquer pessoa que tenha uma conexão com a Internet. Em outubro de 2008, cientistas associados ao Jardim Botânico Real de Kew, em Londres (Inglaterra), descobriram uma rica reserva de biodiversidade, incluindo várias novas espécies notáveis, em uma longínqua floresta nas terras altas de Moçambique. Ao adentrarem a região inacessível de 17 mil acres, botânicos e biólogos encontraram 200 tipos de borboletas, centenas de espécies de plantas e inúmeros animais e insetos, incluindo três novas espécies de borboletas Lepidóptera e um novo membro da família de víboras venenosas do Gabão. O significativo nessa descoberta é que foi feita não por algum destemido aventureiro, mas por um cientista sentado ao computador. Três anos antes, o conservacionista Julian Bayliss identificou o local, Monte Mabu, com ajuda do Google Earth. Então, Bayliss, que é ecólogo na Tanzânia, ajudou a planejar e conduzir a expedição. O uso do Google Earth para fazer descobertas virtuais que acabam levando a descobertas reais é só o exemplo mais recente de como a expansão da tecnologia de satélites – e aplicativos relacionados a ela, como o Google Earth – vêm mudando a forma como cientistas, conservacionistas e cidadãos comuns monitoram o meio ambiente e informam ao público as informações obtidas.
Peru pede US$ 200 milhões para salvar suas florestas tropicais
(12/31/2008)
O Peru está pedindo US$ 200 milhões em contribuições internacionais pelos próximos dez anos para reduzir a zero o desmatamento, informa a BBC News.
Diminuir o desflorestamento pode combater a mudança climática, reduzir a pobreza e e conflitos
(09/24/2008)
A conservação da floresta pode ter um papel crítico nos esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e no alívio da pobreza, disse um grupo proeminente de políticos, especialistas em desenvolvimento e Ongs ambientais em reunião em Nova York para discutir políticcas climáticas americanas.
"Carbono de tartaruga" pode ajudar a proteger florestas tropicais e salvar tartarugas marinhas ameaçadas
(09/03/2008)
O uso de créditos de carbono para promover a conservação das florestas tropicais pode ajudar a proteger tartarugas marinhas ameaçadas em algumas partes do mundo, diz especialista em finanças de carbono.
7 passos para resolver a crise global da biodiversidade
(08/31/2008)
Muitos biológos acreditam que a Terra está entrando no sexto evento de extinção em massa, que tem a influencia direta das atividades humanas, incluindo exploração predatória, destruição do habitat e introdução de espécies estrangeiras e patogênias. A mudança climática — largamente conduzida por forças antropogenicas — é esperada em breve aumentar a pressão sobre a biodiversidade da Terra. Com a população e o consumo per capta esperados crescerem significantemente na metade do século XXI, parece haver pouca esperança que a perda das espécies possa ser desacelerada. Contudo, escrevendo no jornal PNAS, os biólogos de Stanford Paul R. Ehrlich e Robert M. Pringle sugerem sete passos para ajudar a melhorar a previsão para as espécies que vivem em nosso planeta.
Os mercados podem salvar as florestas úmidas
(08/31/2008)
Os mercados podem em breve valorizar as florestas úmidas como entidades vivas ao invés de valorizar apenas as materias primas produzidas quando elas são desflorestadas, disse um pesquisador de florestas tropicais falando em Junho em uma conferência de conservação biológica no país sul-americano Suriname. Andrew Mitchell, fundador e diretor do Programa Copa Global baseado em Londres (GCP), disse que é encorajado por sinais de os investidores estão começando a olhar para o valor dos serviços providos pelas florestas saudáveis.
O deslocamento da pobreza conduzida pelo desflorestamento conduzido pelas empresas têm implicações na conservação
(07/31/2008)
Em um intervalo de apenas 1-2 décadas, a natureza da destruição da floresta tropical mudou. Ao invés de ser dominado por agricultores rurais, o desflorestamento agora é substancialmente conduzido pelas maiores indústrias e globalização economica, com operações de madeira, e desenvolvimento de gás e óleo, plantações em larga escala, e plantações exóticas de árovores sendo as causas mais frequentes de perda florestal. Embora instigando sérios desafios, tais mudanças estão também criando importantes oportunidades para a conservação da floresta. Aqui discutimos que, apontando cada vez mais corporações estratégicas e grupos comerciais com campanhas de pressão pública, interesses de conservação poderiam ter maior influência no destino das florestas tropicais.
Destruição de pântanos agrava aquecimento global
(07/31/2008)
A destruição do ecossistema das zonas úmidas gerará emissão massiva de gases de efeito estufa nos próximos anos, alertam especialistas reunidos na conferência internacional de zonas úmidas no Brasil.
Especialistas: extração sustentável em florestas tropicais é impossível
(07/25/2012)
Uma extração industrial de madeira em florestas tropicais primárias que seja sustentável e rentável é impossível, argumenta um novo estudo na Bioscience, que detalha como as características das madeiras tropicais tornam uma extração com práticas realmente sustentáveis impraticável.
Tribo amazônica se torna a primeira a ter aval para vender créditos de REED para a conservação florestal
(07/11/2012)
Uma tribo amazônica se tornou o primeiro grupo indígena na maior floresta do mundo a ganhar certificação de um projeto de conservação florestal de carbono. Potencialmente estabelecendo um precedente para outros grupos que dependem das florestas a buscar compensação para proteger suas florestas nativas.
Líder comunitaria colombiana fala sobre REDD
(05/06/2012)
Em uma antiga zona de conflito na Colômbia, um projeto pioneiro para reduzir o desmatamento e degradação florestal ganhou a certificação Gold Level dentro dos Padrões de Clima, Comunidade e Biodiversidade (CCB). Esta certificação ajudará as comunidades locais em seus esforços para proteger as florestas ricas em biodiversidade, facilitando o acesso ao financiamento de carbono.
Florestas tropicais armazenam 229 bilhões de toneladas de carbono globalmente, descobre novo mapa de CO2
(02/03/2012)
As florestas tropicais armazenam cerca de 229 bilhões de toneladas de carbono em sua vegetação – aproximadamente 20% a mais do que o estimado anteriormente –, descobriu uma nova avaliação de satélite publicada no jornal Nature Climate Change.
Florestas tropicais precisam de financiamento massivo, mas REDD deve ser bem elaborado para ter sucesso
(01/26/2012)
O mecanismo proposto para reduzir as emissões de gases do efeito estufa protegendo as florestas tropicais evoluiu consideravelmente desde que começou a ganhar força durante as negociações climáticas de 2005 em Montreal. Conhecido na época como “desmatamento evitado”, o conceito era simples: pagar países com florestas tropicais para manterem suas árvores em pé.
A desflorestação pode ser travada até 2020
(01/26/2012)
Se os governos se comprometerem no programa internacional para salvar as florestas conhecido como REDD+, a desflorestação poderá ser reduzida quase a zero em menos de uma década, argumenta o World Wildlife Fund (WWF) no Relatório das Florestas Vivas. O REDD+, que significa Emissões Reduzidas provenientes da Desflorestação e Degradação, é um programa que pagaria às nações em vias de desenvolvimento a preservação as suas florestas, devido à sua capacidade de sequestrar o carbono da atmosfera.
Será que a Indonésia está perdendo patrimônios valiosos?
(05/29/2011)
Bem no coração das florestas Malasianas em Borneo no final dos anos 80, pesquisadores fizeram uma descoberta incrível: a casca de uma espécie de árvore turfa produziu um extrato com potente atividade anti HIV. Mas quando os cientistas voltaram para coletar mais material para analise eles ficaram chocados em descobrir que a árvore, e toda aquela promessa de esperança, se foram. Seu desaparecimento provocou uma corrida frenética para encontrar outros exemplares. Finalmente, uma árvore coletada cem anos antes foi encontrada no Jardim Botânico de Singapura. Estudos subseqüentes revelaram que seu componente bioativo, canalolide A, mostrou ter um grande potencial no tratamento da AIDS. Um remédio anti HIV a base de seu componente bioativo, canalolide A, está bem prestes a ser testada clinicamente. Isso pode valer milhões de dólares por ano e ajudar a melhorar a vida de milhões de pessoas. Essa história é significativa para a Indonésia porque em suas florestas habitam espécies similares. Na verdade, as florestas da Indonésia provavelmente têm muitas outras espécies valorosas, apesar de que a compreensão disso é muito precária. Dada a riqueza biológica da Indonésia — esse país tem o maior número de espécies de plantas e animais do que qualquer outro país do mundo — será que os políticos e empresários não deveriam dar prioridade à proteção e compreensão das florestas, tufeiras, montanhas, recifes de corais e eco-sistemas de mangues ao invés de destruir tudo isso por commodities?
Uma metodologia Open Source de contabilidade do carbono é desenvolvido para os projectos REDD
(05/07/2011)
O grupo de conservação da floresta “Avoided Deforestation Partners”, coordenou o desenvolvimento de uma metodologia “open source” de contabilidade do carbono que permitisse agilizar os projectos cujos objectivos visem a redução das emissões de gases que contribuem para o efeito de estufa provenientes da desflorestação e degradação. O grupo afirma que os novos protocolos poderão reduzir substancialmente o custo do estabelecimento, no mecanismo REDD, de novos projectos de conservação florestal de carbono. Os custos contabilísticos e metodológicos relacionados com o carbono podem facilmente superar os $10,000, tornando a obtenção de certificação difícil para projectos pequenos.
Könnten Walderhaltungszahlungen die biologische Landwirtschaft untergraben?
(03/30/2011)
Kohlenstoffzahlungsprogramme wie der vorgeschlagene REDD-Mechanismus (Reducing Emissions from Deforestation and Degradation, d.h. die Reduktion von Emissionen aus Entwaldung und Schädigung von Wäldern) könnten "naturfreundliche" Landwirtschaftstechniken unter Druck setzen, indem sie die Notwendigkeit vergrößern, die landwirtschaftliche Produktion zu intensivieren, warnt ein im Juni in Conservation Biology erschienener Artikel. Der Artikel, der im September 2009 von Jaboury Ghazoul und Lian Pin Koh von der ETH Zürich und von mir selbst verfasst wurde, postuliert, dass REDD, indem es die Opportunitätskosten der Umwandlung von Waldland für die Landwirtschaft erhöht, möglicherweise den Anteil an Land einschränkt, der verfügbar ist, um dem wachsenden Nahrungsmittelbedarf gerecht zu werden. Weil die biologische Landwirtschaft und andere biodiversitätsfreundliche Agrarpraktiken generell geringere Erträge haben als industrielle Landwirtschaft, wird REDD also eine Verlagerung zu produktiveren Formen der Nahrungsmittelproduktion fördern.
Com o REDD, os mercados financeiros poderiam se tornar espécies em risco de extinção?
(01/26/2011)
A emergência de um mecanismo de Redução de Emissões do Desmatamento e Degradação (REDD) para proteger as florestas poderia introduzir novos riscos para a biodiversidade ligando as finanças de conservação aos derivados financeiros exóticos, advertem pesquisadores que escrevem no periódico Conservation Letters.
Créditos de carbono florestal podem enfraquecer a agricultura orgânica?
(10/05/2010)
Programas de crédito de carbono como o mecanismo de Redução de Emissões por Desflorestamente e Degradação (REDD) podem pressionar técnicas de fazendas 'amigas do meio ambiente' por aumentarem a necessidade de intensificar a produção agricultural, avisa um trabalho publicado em Junho na Conservation Biology.
28 mil milhões de USD prometidos pelos países ricos para combater as alterações climáticas
(09/08/2010)
27,9 mil milhões de dólares de financiamento inicial rápido foram até agora prometidos por países industrializados para ajudar países em desenvolvimento a mitigarem e adaptarem-se à mudança climática, segundo um novo instrumento detecção do financiamento para o clima divulgado pelo Instituto de Recursos Mundiais (WRI por suas inicias em inglés). O instrumentos pretende criar transparência no que se refere a fundos destinados à mudança climática, a fim de garantir que os países ricos concretizem os seus compromissos e que o dinheiro não seja desperdiçado ou "perdido."
Acabar com o desmatemento poderia estimular a agricultura brasileira
(07/12/2010)
Acabar com o desmatamento na Amazônia poderia estimular as riquezas do setor agrícola brasileiro em $ 145 a 306 bilhões de dólares, estima uma nova análise publicada por Avoided Deforestation Partners, um grupo que reivindica uma legislação americana sobre o clima que inclua um papel
forte na conservação das florestas. A análise, a qual segue nos calcanhares de um relatório que prevê ganhos altos para fazendeiros americanos se houver avanço no sentido de parar gradativamente o desmatamento no exterior até 2030, estima que os atuais agricultores brasileiros poderiam ver por volta de $100 bilhões vindos de preços de commodities mais altos e melhor acesso a mercados. Por enquanto, proprietários de terra da Amazônia brasileira—incluindo criadores de gado e agricultores—poderiam receber de $50 a 202 bilhões em pagamento para reduzir a emissão de carbono para proteção da floresta.
REDD ameaça os direitos de 350 milhões de pessoas - relatório
(06/15/2010)
Na semana passada o programa para a Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) florestal recebeu um impulso com promessas de quatro bilhões de dólares de uma série de países industrializados. Sob o REDD, países com florestas tropicais receberão dinheiro para mantê-las em pé, porém na sua forma atual, o programa tem provocado preocupações sobre os direitos de cerca de 350 milhões de pessoas que vivem dentro ou em áreas adjacentes às florestas.
Libéria sofre suspeitas de fraude em projetos florestais de carbono
(06/15/2010)
A presidente liberiana Ellen Johnson Sirleaf estabeleceu uma comissão para investigar uma proposta de acordo envolvendo créditos de carbono florestais entre a Autoridade de Desenvolvimento Florestal (ADF) dos países ocidentais da África e a britânica Carbon Harvesting Corporation.
As informações são da ONG Global Witness, que foi quem alertou originalmente sobre o esquema envolvendo 400 mil hectares ou um quinto da área florestal total da Libéria. A polícia de Londres já havia prendido na semana passada o CEO da Carbon Harvesting Corporation, Mike Foster.
Google Earth aumenta a capacidade de monitoramento do desflorestamento
(03/02/2010)
Google deu um passo no sentindo de aumentar a capacidade de monitoramento do desflorestamento no Google Earth Engine contratando o Clark Labs em Massachusetts para desenvolver uma versão online de sua aplicação Land Change Modeler.
Comércio e Urbanização, ao invés de pobreza rural, conduz ao desflorestamento
(02/27/2010)
A conservação da floresta via REDD pode ser ineficiente sem a identificação do consumo das commodities e comércio, discute um novo artigo que olha para as implicações de mudar os condutores do desflorestamento em novas medidas políticas para proteger as florestas.
Projetos Florestais de Carbono alcançam U$100 milhões
(02/20/2010)
O mercado de créditos de carbono gerados através da conservação de florestas alcançou U$100 milhões de 2007 até a primeira metade de 2009, apesar de uma recessão global e da baixa dos preços em mercados regulados, de acordo com uma nova avaliação feita pela Ecosystem Marketplace.
A Dell se torna neutra em carbono ao salvar lemur em extinção
(08/31/2008)
A Dell, a maior fabricante de computadores do mundo, anunciou que se tornou a grande primeira companhia tecnológica para alcançar a neutralidade de carbono.
Private Equity tenta lucro da conservação da vida selvagem de florestas tropicais
(08/22/2008)
Uma firma de investimento lançou o primeiro "esquema" de créditos da biodiversidade tropical. New Forests, uma companhia de Sydney, Austrália, estabeleceu o “Malua Wildlife Habitat Conservation Bank” (Banco de Conservação dos Habitats da Vida Selvagem de Malua) na Malásia como uma tentativa de capitalizar a conservação de florestas tropicais.
Destrução da Floresta Úmida é conduzida pela industria, concentrada geograficamente
(07/13/2008)
Novas análises do desflorestamento global revelam que o volume da perda de florestas tropicais está ocorrendo em um pequeno numero de paises. A pesquisa -- publicada no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) -- mostra que o Brasil é responsável por quase metade do desflorestamento global, quase quatro vezes o do próximo país com a mais alta taxa, a Indonésia, que é a oitava em desmatamento global de florestas.
As florestas da Guiana ajudam a preservar a biodiversidade e o clima
(07/02/2008)
A região da Guiana da América do Sul poderia tem um papel significante nos esforços para o combate do aquecimento global como parte de uma estratégia mais ampla para proteger os pontos quentes da biodiversidade do mundo e áreas de alta biodiversidade selvagem, disse um conservacionista líder em um ecnontro de bilólogos em Paramaribo, Suriname.
Madagascar assina grande acordo de carbono para financiar a conservação da floresta
(07/02/2008)
Madagascar venderá mais de nove milhoes de toneladas de compensação de carbono para financiar a conservação da floresta úmida em uma nova área de proteção estabelecida. Conservacionistas dizem que o acordo protegerá a vida selvagem ameaçada, promover desenvolvimento sustentável para melhorar o bem estar economico dos povos que vivem dentro e acerca da área do parque, e ajudar a combater o aquecimento global.
A slvicultura terá um papel crítico na desaceleração do aquecimento global
(07/02/2008)
Enquanto reduzir o desflorestamento e a degradação da floresta iria pagar grandes dividendos no combate contra a mudança climática global eliminando até um quinto das emissões de gases de efeito estufa, outros mecanismos podem também aumentar a capacidade das florestas de sequestrar carbono da atmosfera, mostram pesquisadores na discussão dessa semana do jornal Science.
O mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) pode causar disparidades na distribuição de fundos para conservação
(06/26/2008)
O mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) proposto como um meio de lutar contra o aquecimento global e proteger as florestas pode trazer problemas para certos ecossistemas, alegam cientistas em um editorial publicado no jornal cientifico Science.
Florestas úmidas de Papua Nova Guiné estão desaparecendo mais rápido do que um pensamento
(06/23/2008)
A extração de madeira está tendo um pesado efeito sobre as florestas de Papua Nova Guiné, sugere um novo estudo. Usando imagens de satélite para revelar mudanças na cobertura florestal entre 1972 e 2002, pesquisadores da Universidade de Papua Nova Guiné e da Universidade Nacional da Austrália descobriram que Papua Nova Guiné (PNG) perdeu mais de 5 milhões de hectares de floresta nas últimas três décadas &— a cobertura florestal total declinou de 38 million hectares in 1972 to 33 milhões de hectares em 2002. Pior, as taxas de desflorestamento podem estar se acelerando, com o ritmo do desmatamento alcançando cerca de 362.000 hectares (895.000 acres) por ano em 2001. O estudo adverte que nas atuais taxas 53 por cento das florestas do país poderiam ser perdidas ou seriamente degradadas até 2021.
Os esforços de conservação da Amazônia valem $100 bilhões
(06/23/2008)
Um plano para proteger grandes porções da Floresta Amazônica poderia reduzir as emissões de carbono em 1.1 bilhões de toneladas até 2050, de acordo com um estudo apresentado em Bonn, Alemanha na Convenção das Nações Uniddas sobre Diversidade Biológica.
Crédito de carbono das florestas poderiam guiar o desenvolvimento no Congo
(06/23/2008)
Uma iniciativa para reduzir as emissões de gases de efeito estufa oferencedo créditos de carbono para países que reduzem o desflorestamento pode ser um dos melhores mecanismos para promover o desenvolvimento sustentável na África Central diz uma especialista em detecção remota do Centro de Pesquisas Woods Hole (WHRC).
Doenças ameaçam a sobrevivência dos recifes de corais brasileiros
(06/11/2008)
Uma análise da saúde do maior e mais rico recife do Atlântico Sul - o Banco dos Abrolhos, no extremo sul da Bahia, aponta para um declínio massivo na cobertura de corais nos próximos 50 anos. E este quadro pode agravar-se com a recente presença de doenças que afetam as espécies construtoras desse ecossistema.
Política climática dos Estados Unidos poderia ajudar a salvar as florestas úmidas
(05/28/2008)
As medidas políticas dos Estados Unidos para combater o aquecimento global poderia ajudar a proteger as florestas úmidas que estão desaparecendo, diz o sócio fundador de um grupo político "contra o desflorestamento".
A empresa de investimentos de Al Gore aposta que a conservação da floresta úmida será rentável
(05/28/2008)
A empresa de investimentos de Al Gore sinalizou um interesse no mercado emergente para os serviços do ecossistema tomando uma posição de equidade em uma companhia financeira inovadora australiana.
Papua assina acordo de carbono REDD para gerar renda para a proteção da floresta úmida
(05/28/2008)
O governo da província Papua na Indonesia entrou em acordo com uma empresa financeira australiana para estabelecer um projeto silvicola financeiro baseado no carbono na ilha de Nova Guiné.
O desflorestamento tropical é 'uma das piores crises desde que nós saimos de nossas cavernas'
(05/28/2008)
Falando na Semana Silvicula da Ásia-Pacífico no Vietnã, orador principal Dr. Norman Myers disse: "Eu vou dar a vocês agora minha mensagem agora, esta é uma super crise que estamos enfrentando, é uma crise estarrecedora, é uma das piores crises desde que saímos de nossas cavernas há 10.000 anos atrás. Eu estou me referindo, claro à eliminação de florestas tropicais e de suas milhões de espécies."
O Príncipe Charles chama para a proteção da floresta úmida para combater a mudança climática
(05/28/2008)
Acabar com a destruição das florestas úmidas tropicais é o passo mais simples para ajudar a identificar a mudança climática, disse o Príncipe Charles em uma entrevista com a BBC.
Fotos do lagarto legless e outras espécies reecntemente descobertas no Cerrado Brasileiro
(05/14/2008)
Uma expedição no Cerrado Brasileiro revelou mais de uma dúzia de espécies não descobertas. Conservacionistas dizem que as descobertas acescentam urgência em proteger o habitat das pastagens que estão sendo convertidas rapidamente para a agricultura
Nenhum sacrifício é feito para acabar com o desflorestamento na Amazônia, apenas ganhos
(05/14/2008)
Colunista e co-criador do website de notícias ambientais do Brasil, O Eco, Sergio Abranches tem grande credibilidade no despertar ecológico do Brasil. Um professor de ciência de política, Abranches usa seus talentos únicos para alcançar uma audiência mais ampla no Brasil para as notícias ambientais, de energia e mudança climática e outras discussões. Ele fala com especialidade sobre diversos tópicos: do desflorestamento da Amazônia, a atual crise de alimentos até as transformações economicas e políticas para um mundo em aquecimento
Soluções para o aquecimento global estão prejudicando os povos indígenas, diz as Nações Unidas
(05/14/2008)
Soluções em larga escala que pretendiam ajudar a abrandar o aquecimento global estão prejudicando os povos indígenas que estão prováveis a carregar o principal impacto da mudança climática, advertiu a Universidade das Nações Unidas (UNU) numa conferência em Darwin, Austrália.
Povos da floresta formam aliança para demandar representação nas conversas sobre as questões climáticas
(05/14/2008)
Os povos das de 11 nações formaram uma coalizão para demandar maior participação nas futuras negociações sobre o clima.
Empresa privada de equidade compra direitos sobre serviços do ecossistema na Floresta úmida da Guiana
(04/20/2008)
Uma empresa privada de equidade comprou os direitos aos serviços ambientas gerados por uma reserva de 371.000-hectares de floresta úmida na Guiana. Os termos do negócio não foram expostos, mas o acordo é de um cenário precedente em que uma firma financeira aposta que os serviços gerados por uma floresta úmida viva — incluindo a geração de chuvas, regulação do clima, manutenção da biodiversidade e estoque de água — irão eventualmente ver conmpensação em mercados internacionais.
Investir para salvar as florestas úmidas
(04/20/2008)
Semana passada a Canopy Capital baseada em Londres, uma empresa provada de equidade, anunciou um acordo historico para preservar a floresta úmida de Iwokrama, uma reserva de 371.000-hectares no país Sul Americano, Guiana. Em troca por financiar uma parte "significante" da pesquisa e programa de conservação de Iwokrama de $1.2 milhões, a Canopy Capital assegurou o direito de desenvolver valor para os serviços ambientais fornecidos pela reserva. Essentcalmente a empresa financeira apostou que os serviços gerados por uma floresta viva -- incluindo a geração de chuvas, regulação do clima, manutenção da biodiversidade e estoque de carbono -- irá eventualmente ser valiosa nos mercados internacionais.
Por que a Europa atacou a iniciativa do REDD para os créditos de carbono das florestas
(04/02/2008)
A Redução as emissões do desflorestamento e da degradação (REDD) tem sido largamente louvada como um mecanismo que poderia financiar os esforços para a conservação da floresta e o alívio da pobreza enquanto luta contra a mudança climática. Em dezembro no encontro das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Bali, os delegados concordaram em incluir a REDD em futuras discussões em um novo tratado dado ao aquecimento global — um movimento que poderia eventualmente liderar à transferência de bilhões de dólares dos países industrializados para nações tropicais com o propósito de diminuir as emissões de gases de efeito estufa, reduzindo as taxas de desflorestamento. Os conservacionistas e cientistas aplaudiram a decisão.
Merrill Lynch investe $9Milhoes na conservação da floresta úmida, esperando lucros
(04/02/2008)
O investimento de Merrill Lynch em um projeto de conversação da floresta úmida na província de Aceh na Indonésia vale $9 milhões em quatro anos, relata Thomas Wright do jornalThe Wall Street Journal.
Os mercados poderiama salvar as florestas: Uma entrevista com Dr. Tom Lovejoy
(04/02/2008)
Mecanismos de mercado são vistos cada vez mais como uma maneira de endereçar problemas ambientais, incluindo o desflorestamento tropical. Em particular, a compensação pelos serviços de ecossistema como sequestro de carbono — um conceito conhecido pelo acrônimo REDD como "redução de emissões do desflorestamento e degradação" — pode algum dia tornar a conservação um negócio lucrativo no qual os comerciantes de carbono estão eficazmente salvando as florestas úmidas simplesmente por sua busca incessante pelo lucro. Protegendo as florestas úmidas e a biodiversidade residente seria um subproduto não intencional mas feliz dos esforços lucartivos.
República Democrática do Congo tem grande potencial para biocombustíveis diz oficial das Nações Unidas
(03/26/2008)
Um economista das Nações Unidas está vendendo o potencial da República Democrática do Congo para a produçaõ de biocombustíveis industriais, relata Reuters.
Primeiras negociações de créditos de carbono de florestas úmidas se tornam realidade
(03/26/2008)
Os aldeões de Aceh, uma província da Indonésia que sofreu por três décadas uma guerra civil e perdeu cerca de 170.000 pessoas para o tsunami no oceano Índico em 2004, poderia em breve ver $26 milhões de créditos de carbono por proteger as florestas úmidas da extração de madeira sob um contrato anunciado hoje entre os conservacionistas, negociadores de carbono, e o governo de Aceh.
55% da Amazônia pode ser perdida até o ano de 2030
(03/24/2008)
Fazendas de gado, fazendas industriais de soja, e madeireiras são três das atividades líderes em conduzir ao desflorestamento na Amazônia Brasileira. Conforme os preços dos produtos continuam a aumentar, conduzidos pelo surgimento da demanda por biocombustíveis e grãos para a produção de carne, os incentivos economicos para desenvolver a Amazônia aumentam. Sendo o maior exportador de carne e o segundo maior produtor de soja — com a maior expansão de terras "não desenvolvidas" mas aráveis do que qualquer outro país — o Brasil está a caminho de competir com os Estados Unidos pelo superpoder agrícola do mundo. A tendência em direção a tornar a Amazônia em uma grande pastagem parece inevitável.
Reduzir as taxas de desflorestamento em 10% poderia gerar $13B em comércio de carbono sob a REDD
(03/24/2008)
Cortar as taxas de desflorestamento global em 10 por cento poderia gerar até $13.5 bilhões em créditos de carbono sob a redução das emissões de carbono do desflorestamento ("REDD") iniciativa aprovada nas negociações climáticas das Nações Unidas em Bali no último Dezembro, estimam os pesquisadores que escrevem no Transações Filosóficas da Royal Society B. Mas os pesquisadores avisam que ainda há obstáculos substanciais a serem superados antes dos créditos de carbono da conservação das florestas úmidas se tornem realidade.
Os negócios madeireiros da Guiana agem a favor de seus melhores interesses?
(03/19/2008)
Em janeiro a Guiana premiou a uma companhia madeireira dos Estados Unidos Simon & Shock International uma concessão de 400.000-hectare (988,400-acre) para extração de madeira perto da fronteira com o Brasil.
Sistema de Pagamentos de ecossistemas do Brasil oferece indícios para implementação do REDD
(03/14/2008)
O atual sistema do Brasil de pagamentos de serviços ambientais poderia oferecer uma visão para a implementação de iniciativas de conservação através de créditos de carbono-por-florestais (REDD) na floresta tropical amazônica, defende um pesquisador da Escola de Economia de Londres em um novo estudo publicado na revista Eventos Filosóficos da Sociedade Real B .
Comércio de carbono poderia proteger as florestas e reduzir a pobreza rural
(03/14/2008)
O comércio de carbono de créditos de desmatamento evitado (REDD) poderia produzir bilhões de dólares para países tropicais, de acordo com uma análise de mongabay.com, uma das primeiras web site das florestas tropicais.
Metade da floresta amazónica estárá perdida dentro de 20 anos
(03/14/2008)
Mais da metade da floresta amazônica estará danificada ou destruída dentro de 20 anos, se o desmatamento, os incêndios florestais, e as tendências climáticas continuam na velocidade atual, adverte um estudo publicado na revista Eventos Filosóficos da Sociedade Real B.
Desmatamentos da Amazônia poderiam ser eliminados com preço de 3 US$ para carbono
(03/12/2008)
A floresta Amazônica poderia desempenhar uma parte importante na redução das emissões de gases de estufa que resultam de desmatamento, relata um novo estudo publicado por cientistas do Centro de Pesquisa Woods Hole, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e da Universidade Federal de Minas Gerais. Num preço de US $ 3 por tonelada de carbono, proteger a Amazônia por seu valor de carbono poderia superar os custos de oportunidade de renúncia de extração de madeira, de pecuária, de plantação de expansão da plantação de soja na região. Créditos certificados de redução de emissões de carbono para 2008 atualmente são comercializados por mais de US $ 90 por tonelada ($ 25 por tonelada de CO2).
Pagamentos de compensação de carbono poderiam bater óleo palma na República Democratica do Congo
(03/12/2008)
Uma proposta de pagar a República Democrática do Congo (RDC) para reduzir desmatamento poderia aumentar em 15 à 50% a importância da ajuda internacional dada atualmente ao país, atormentado por gerras civís, relata um novo estudo publicado por cientistas do Centro de Pesquisas Woods Hole (WHRC). Os fundos ajudariam a aliviar a pobreza rural, no mesmo tempo cortando as emissões de gases com efeito estufa e proteger a biodiversidade ameaçada.
Florestas tropicais enfrentam enorme ameaça da agricultura industrial
(03/12/2008)
A conversão de floresta para fins de agricultura em grande escala está rapidamente emergindo como uma das principais causas de desmatamento tropical. Um novo relatório do Centro de Pesquisa Woods Hole (WHRC) chega a conclusão que essa tendência provávemente continuará no Brasil, na República Democrática do Congo, na Indonésia, no Peru e na Colômbia, que juntos dispoem de 75% das florestas tropicais do mundo, cujos terrenos são altamente idôneos para a expansão da agricultura industrial. O estudo também identifica as florestas que são mais apropriadas (baixa densidade populacional, clima e solos impróprios) para "Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação" (REDD) iniciativas que compensam os países para preservar florestas em troca de créditos de carbono.
Esforços para a conservação da Amazônia devem vir em breve
(02/18/2008)
Nos últimos quatro anos o Brasil tem posto de lado mais de 20 milhões de hectares da bacia amazônica para reservas e proteção. O país tem agora cerca 110 milhões de hectares, uma área duas vezes o tamanho da França, sob alguma forma de proteção, dando-lhe o maior sistema de áreas protegidas no mundo. Isso, combinado com preços das matérias primas caindo e mais rigorosa aplicação das leis ambientais, tem ajudado a causar uma queda de quase 40 por cento nas taxas de desmatamento anual desde 2004. Mais progresso é esperado no próximo mês nas conversações sobre clima em Nairobi, quando o governo brasileiro proporá uma expansão da conservação da floresta tropical no âmbito de um plano que faria países industrializados cumprir metas de emissões de gases de efeito estufa através de compensação dos países tropicais pela renúncia ao desmatamento e reflorestamento de áreas desmatadas. Embora estes sejam sinais de esperança, uma imensa ameaça está surgindo no horizonte: a mudança climática poderia causar o desaparecimento da floresta amazônica até o final do século.
A Amazônia é mais valiosa para compensações de carbono do que para gado ou soja?
(02/12/2008)
Depois de uma forte queda nas taxas de desmatamento desde 2004, vastos incêndios na Amazônia brasileira (setembro e outubro de 2007) sugerem que o desmatamento pode aumentar este ano. Dito isso, desde 2000 o Brasil perdeu mais de 60000 milhas quadradas (150000 quilómetros quadrados) de floresta tropical - uma área maior do que o estado da Geórgia ou o país de Bangladesh. A maior parte dessa destruição foi impulsionada pela geração de pastagens de gado e pela agricultura, muitas vezes em associação com o desenvolvimento e melhorias da infra-estrutura. Matérias primas com nível de preços mais alto, especialmente no setor de carne e de soja, têm mais impulsionado a conversão florestal na região.
Podem os pecuaristas e plantadores de soja salvar a Amazônia?
(01/14/2008)
Desde o início dos anos 1970, grupos ambientais tem gasto bilhões de dólares em esforços de conservação na Amazônia mas têm falhado ao desacelerar a destruição de suas florestas tropicais - a Amazônia brasileira perdeu mais 700.000 quilômetros quadrados (270.000 milhas quadradas) de floresta naquele tempo. Na medida que os dólares doados se derramaram na região, as taxas de desmatamento continuaram a subir, chegando ao pico de 73.785 quilômetros quadrados (28.488 milhas quadradas) de perda florestal entre 2002 e 2004, antes de cair acentuadamente em 2005 e 2006 devido ao declínio do preço das commodities. Para muitos está se tornando aparente que o mercado, e não medidas conservacionais, irá determinar o destino da Amazônia.
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