Primeira página | Sobre | Ajuda | Contato | RSS | Twitter
Primeira página |  Notícias ambientais |  Florestas tropicais |  Peixe tropical |  Imagens |  Para as crianças  |  Madagascar |  Ajuda  |  Sobre  |  Inglês
Oportunidades Desaparecem
Vista aérea do desmatamento no leste de Madagascar. (Foto de R. Butler)

Capítulo 9:
CONSEQUÊNCIAS DO DESMATAMENTO


Florestas Tropicais em todo o mundo continuam a diminuir. Será que realmente fazem a diferença? Por que alguém deveria se importar se algumas plantas, animais, cogumelos, e microorganismos perecerem? Florestas tropicais são frequentemente quente e úmidas, difíceis de alcançar, cheias de insetos, e têm vida selvagem fugaz.

Atualmente a preocupação não deveria ser sobre a perda de algumas plantas e animais; a humanidade perde muito mais. Destruindo as florestas tropicais, arriscamo-nos a nossa própria qualidade de vida, brincando com a estabilidade do clima e previsão do tempo local, ameaçando a existência de outras espécies, e esquecendo dos valiosos serviços prestados pela diversidade biológica.

Embora na maioria das áreas de degradação ambiental ainda não tenham atingido um nível de crise onde todos os sistemas se desabam, é importante examinar alguns dos efeitos de empobrecimento ambiental existente e de prever algumas das potenciais repercussões da perda de floresta. A perda contínua de sistemas naturais pode tornar as atividades humanas cada vez mais vulneráveis às surpresas ecológicas no futuro.

O impacto mais imediato do desmatamento ocorre, a nível local, como a perda de serviços ambientais prestados pelas florestas tropicais e ecossistemas tropicais relacionados. Tais habitats permitem a seres humanos serviços valiosos como a prevenção corrosão, controle de inundação, tratamento da água, proteção das industrias de pescas, e funções de polinização que são particularmente importantes para gente mais pobres, que contam com os recursos naturais para a sua sobrevivência quotidiana. A perda florestal também reduz a disponibilidade de recursos renováveis, como a madeira, plantas medicinais, nozes e frutas, e caça.

À longo prazo, o desmatamento das florestas tropicais podem ter um impacto mais amplo, afetando o clima global e da biodiversidade. Estas modificações são mais difíceis de observar e fazer previsão de efeitos locais, desde que eles dêem lugar à uma longo escala e podem ser difíceis de medir.

Extremo desmatamento - Ilha de Páscoa



Questões de Revisão:
  • Porque as florestas tropicais são importante?
  • Porque florestas tropicais devem ser protegidas?

[Inglês | Chinês | Japonês | Espanhol | Francês]


Continuação: Impacto do Desmatamento Local







MONGABAY.COM
Mongabay.com promove a apreciação da natureza e dos animais selvagens, além de examinar o impacto de tendências emergentes no clima, na tecnologia, na economia e nas finanças, na conservação e no desenvolvimento.

Estamos preparando o lançamento do site Mongabay em Português. Quer ajudar? Que bom! Se você fala Inglês entre em contato com o Rhett. Precisamos de mais voluntários para fazer traduções de conteúdo. E se você não fala Inglês, volte sempre e divulgue o site para os seus amigos!





Primeira página
Notícias ambientais
Florestas tropicais
Peixe tropical
Imagens
Para as crianças
Madagascar
Idiomas
Sobre
Ajuda
Contato RSS/XML


Recomendado
Amazonia.org
O Eco
A Última Arca de Noé





O implacável crescimento da população está levando ao aquecimento global e a extinção em massa
(07/14/2014) A humanidade levou cerca de 200.000 anos para chegar a um bilhão de pessoas. Mas, em duzentos anos, nós setuplicamos a população. Na verdade, nos últimos 40 anos, nós adicionamos um bilhão a mais a cada doze anos, aproximadamente. E as Nações Unidas estimam que nós adicionaremos outros quatro bilhões–num total de 11 bilhões–até o final do século. Apesar disso, poucos cientistas, legisladores, ou até mesmo ambientalistas estão dispostos a admitir publicamente que o inacreditável crescimento da população esteja agravando a mudança climática, a perda da biodiversidade, a escassez de recursos, ou a crise ambiental global em geral.


O número de borboletas-monarcas migrantes atinge baixos níveis
(07/11/2014) De acordo com a WWF-México, a população de borboleta-monarca que passou o inverno no México neste ano atingiu o menor nível já registrado. Elas abrangeram apenas 0,67 hectares de floresta no México, uma queda de 44% em comparação à 2012, que já tinha apresentado uma população já perigosamente baixa. Para se ter uma ideia, a abrangência média de monarcas entre 1994 a 2014 foi de 6,39 hectares ou cerca de vezes mais do que a registrada neste ano. Durante anos, os ambientalistas temeram que o desmatamento no México pudesse resultar no fim da migração da borboleta, mas agora os cientistas afirmam que as mudanças agrícolas e políticas nos Estados Unidos e Canadá - inclusive as relativas à produção agrícola derivada de organismos geneticamente modificados (OGM) e à destruição de habitats - estão refreando uma das maiores migrações do mundo.


Uma estratégia decisiva para o lémure: cientistas propõem plano ambicioso para preservar a conservar a família de mamíferos mais ameaçada do mundo
(07/09/2014) Devido às maravilhosas idiossincrasias da evolução, existe um país na Terra que alberga 20% dos primatas de todo o mundo. Ainda mais espantoso, cada um destes primatas - na verdade, uma família inteira distinta - não se encontra em mais nenhum lugar do mundo. O país é, naturalmente, o Madagáscar e os primatas em causa são, naturalmente, os lémures. Mas a remota ilha de Madagáscar, em tempos um porto seguro para experiências evolucionárias, transformou-se num pesadelo ecológico. Superpopulação, pobreza profunda, instabilidade política, agricultura itinerante, abate de árvores para o lucrativo negócio madeireiro e um comércio florescente de carne de animais selvagens colocou 94 por cento dos lémures do mundo sob ameaça de extinção, fazendo deles os mamíferos mais ameaçados do planeta. Mas, com vista a estancar esta rápida marcha em direcção à extinção, os conservacionistas publicaram agora na revista Science um plano de emergência a três anos para preservar trinta importantes florestas de lémures.


Pesca de arrasto: o destrutivo método de pescaria está transformando os leitos dos oceanos em “desertos”
(07/08/2014) A pesca de arrasto é uma prática realizada pela indústria da pesca no mundo todo, na qual uma grande e pesada rede é arrastada ao longo do fundo do oceano para recolher tudo o que estiver em seu caminho. Pesquisas anteriores associaram a pesca de arrasto a impactos ambientais relevantes, como a captura de grandes quantidades de espécies não visadas, chamadas coletivamente de “capturas acessórias”, assim como a destruição de leitos de águas rasas. Uma nova pesquisa publicada em ações pela Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que esse método também está provocando consequências de longo prazo e alcance no fundo do oceano e além.


Rãs são afetadas por estradas para transporte de petróleo na Amazônia
(07/02/2014) De acordo com novo artigo publicado na revista científica Plos One, as estradas construídas em áreas remotas da Amazônia para transporte de petróleo, frequentemente divulgadas como de baixo impacto, estão, na realidade, causando grande impacto em rãs que habitam o dossel superior da floresta. No Parque Nacional Yasuní, Equador, as bromélias crescem no tronco de gigantescas árvores que ultrapassam a copa da floresta e podem conter até quatro litros de água parada. Analisando com minúcia, os pesquisadores descobriram grande diversidade de vida dentro destas micro piscinas, inclusive várias espécies de rãs. No entanto, embora vivam em habitats mais alto do que 50 metros de altura, o novo estudo aponta que a proximidade de estradas para transporte de petróleo diminui a população dessas rãs.


Primeira página |  Notícias ambientais |  Florestas tropicais |  Peixe tropical |  Imagens |  Para as crianças  |  Madagascar |  Ajuda  |  Sobre  |  Inglês



Copyright Rhett Butler 2009