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Líderes do golpe vendem as florestas de Madagascar


February 11, 2010




Madagascar é renomada por suas riquezas biológicas. Localizada na costa leste do sul da África e ligeiramente maior que a Califórnia, a ilha tem uma eclética coleção de plantas e animais, mais de 80 por cento das quais não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo.

Madagascar é abrigo para tais esquisitices evolucionárias como a fossa, um mamífero carnívoro que tem a aparência entre um puma e um cachorro mas é parente próximo do mongoose; o indri, um lêmure do tamanho de um gato cujo canto de caça lembra o da baleia jubarte, a sifaka, um lêmure que rudemente “xinga” mas se locomove em campo aberto como uma bailarina; brilhantemente coloridos camaleões e lagartixas; e geckos com cauda em forma de folhas, que é quase impossível distinguir das cascas e musgos. Tem árvores baobá que parecem ter sido plantadas de cabeça para baixo; o rosy periwinkle, uma flor delicada usada na cura pediátrica de leucemia e doença de Hodgkin; e um deserto inteiro de ecossistema consistindo apenas de plantas espinhosas, nenhuma das quais são cactos. De acordo com isso, os cientistas fizeram da ilha—apelidada de O Oitavo Continente—uma prioridade da conservação.




Lemure Indri e Sifakas Coquerel em Madagascar. Fotos por Rhett A. Butler
Mas a riqueza biológica de Madagascar tem estado seriamente ameaçada por quase um ano a seqüência de uma crise política que teve seu presidente forçado a se exilar sob mira de arma de fogo; um colapso em seu serviço civil, incluindo seu sistema de administração do parque; e a evaporação dos financiamentos dos doadores que proviam metade da renda anual do governo. Na ausência de governança, gangues organizadas saquearam os tesouros biológicos da ilha, incluindo madeiras preciosas e lêmures ameaçadas de extinção das florestas protegidas, além de afastarem dessa maneira os turistas, que provêem um importante incentivo econômico para a conservação. Agora, conforme os lideres do golpe tomam parte no papel ativo nos bens roubados como meio de financiar as eleições que eles esperam que legitime sua tomada de poder, a questão é se o outrora bem renomado sistema de conservação de Madagascar pode ser restaurado e mantido.






Baobás e o interior desflorestado em Madagascar. Fotos por Rhett A. Butler
Madagascar encontra-se separada do continente Africano há 160 milhões de anos e isoladas de outras terras por pelo menos 80 milhões de anos. O resultado é uma mistura incomum de flora e fauna, a maioria das quais nem existiam antes da separação ou migraram para a ilha. Esses animais preencheram muitos nichos de Madagascar—indo desde desertos secos até montanhas e florestas de planícies tropicais—isso resulta do seu clima e topografia diversa.

Os humanos foram os últimos a chegar em Madagascar, com sua jornada através do Oceano Índico do que hoje é a Indonésia (não a África, apesar da proximidade) nos últimos 2.000 anos, tornando-a uma das ultimas massas de terras a serem colonizadas pelo homem. A humanidade tem causado profundos impactos na flora e fauna da ilha. Os homens caçaram grandes espécies—incluindo lêmures gigantes terrestres, hipopótamos e elefantes e aves—até a extinção das mesmas e conduziram mudanças na paisagem através das queimadas persistentes e da introdução de espécies não nativas. As florestas que outrora cobriam o terço oriental da ilha estão hoje fragmentadas, degradadas, e extremamente reduzidas, enquanto as florestas espinhosas endêmicas foram reduzidas pela agricultura da subsistência, criação de gado e produção de carvão. As terras do planalto central têm sido desmatadas para pastagens, plantações de arroz e plantações de pinheiros e eucaliptos.

A degradação ambiental em Madagascar é tão extensa que ela é agora visível do espaço. Os astronautas observaram que a cor vermelha dos rios de Madagascar sugere que o país esteja sangrando até a morte. De certa forma, ele está. Os rios estão com hemorragia em sua superfície. Por mais pobre que seja o solo é a base da agricultura e como uma das nações mais pobres da Terra, o povo de Madagascar não podem arcar com essa perda. A cada ano, cerca de um terço do país queima primeiramente como resultado das queimadas feitas pelos agricultores e criadores de gado que desmatam a terra para subsistência ou para promover o crescimento de nova vegetação para alimentar o gado. Enquanto isso, os mineradores industriais dos países desenvolvidos estão acabando com porções remanescentes da floresta para a mineração e depósitos minerais.






A extração de jacarandá no Parque Nacional de Masoala, um local pertencente á UNESCO World Heritage; queimando perto do Parque Nacional de Andringitra; e mineração perto do Parque Nacional de Mantadia. Fotos por Rhett A. Butler


No entanto, apesar da carnificina, os fragmentos do habitat que ainda restam ainda dão suporte a uma incrível biodiversidade. Tão ricos de fato, que os cientistas continuam a descobrir espécies. O numero de lêmures no guia definitivo de lêmures—de autoria de Russell Mittermeier, atual presidente da Conservação Interrnacional—tem aumentado de 50 em 1994 para mais de 100 hoje, enquanto cientistas anunciaram no ano passado uma duplicação no numero de espécies de rãs conhecidas na ilha.

Mas na última década, Madagascar sofreu uma transição notável dos párias da conservação para um modelo. Embora o apoio financeiro e técnico de governos estrangeiros e ONGs internacionais têm sido fundamental, a participação local e o compromisso político - em 2003, o então presidente Marc Ravalomanana disse que reservaria 10 por cento do país como parques -, têm sido essenciais para reduzir o desmatamento e proteger a vida selvagem em perigo no solo. O sistema dos parques de Madagascar ordena que metade das taxas de entrada dos parques sejam revertidas para as comunidades locais, assegurando que ao menos alguns benefícios do ecoturismo – dois terços dos visitantes chegam a Madagascar para atividades relacionadas á natureza – alcancem essas pessoas que poderiam de outra forma estar em desvantagem pelas iniciativas de conservação. De fato a emergência do ecoturismo tem sido creditada por tornar povos locais parceiros—ao invés de adversários—na conservação.




Pilhas de Madeira de jacarandá esperando serem recolhidas em Maroantsetra (top). Carregamento de Navio de rosewood na Baía de Antongil (abaixo).




Dois navios pertencentes á Delmas, o Consistence e o Lea, foram no ano passado vistos carregando jacarandá para fora de Madagascar. A empresa agora diz que interrompeu os negócios com carregamentos de jacarandá mas os recentes relatórios nos dizem que a empresa pode estar planejando carregamentos de jacarandá entre os portos em Madagascar. Fotos tiradas no porto de Vohémar, Madagascar.
Mas esses ganhos foram todos apagados pela crise política em Março de 2009. Apesar dos condutores principais do conflito permanecerem na disputa, observadores dizem que o presidente eleito democraticamente Ravalomanana havia se tornado cada vez mais autocrático no Segundo mandato, calando os meios de comunicação da oposição, usando seu poder político para fortalecer seus interesses de negócios, e assinando acordos controversos, incluindo um que teria cedido metade das terras aráveis de Madagascar em Daewoo, uma conglomerado Sul Coreano, para produção de colheita para exportação. Depois que uma série de manifestos acabaram em extrema violência sob questionáveis circunstâncias, uma facção de oficiais do exército aliados com Andry Rajoelina, o prefeito da capital, cidade de Antananarivo, derrubou Ravalomanana, que voou para a África do Sul. Em seguida ao golpe, as reservas de Madagascar—especialmente na parte norte do país—foram saqueadas por madeireiros ilegais. Bandos armados, financiados por comerciantes ilegais de madeira e ás vezes com a cumplicidade dos funcionários locais, adentraram os parques nacionais de Marojejy e Masoala, extraindo madeiras valiosas incluindo jacarandá e ébanos. Sem o apoio do governo central ou das agencias internacionais que tem sido fonte de quase 90 por cento dos fundos de conservação, pouco tem sido feito para acabar com a carnificina.

Marojejy, uma montanha florestada que está entre os parques de maior biodiversidade de Madagascar com uma dúzia de espécie de lêmures incluindo a ameaçada Silky Sifaka, foi a primeira a começar a desaparecer. Bandos armados invadiram a reserva, abrindo trilhas, caçando a vida selvagem e extraindo madeira. Aqueles que tentaram impedir foram ameaçados—relatou a radio local que um funcionário do parque da ANGAP, agência das áreas protegidas de Madagascar, teve ambos os pés quebrados pelos representantes dos barões da madeira no norte da cidade de Mananara. O caos forçou as autoridades a fechar o parque Marojejy para os turistas—sua força vital—pela primeira vez, impedindo as pessoas de testemunhar o roubo. Os madeireiros logo se moveram para dentro do Parque Nacional de Masoala, pertencente á UNESCO e que foi considerado uma das jóias das áreas protegidas de Madagascar. A extração tem sido tão intensa em Masoala que o fornecimento de navios cargueiros na cidade vizinha de Maroantsetra foi totalmente empregado para transportar a jacarandá para fora da floresta—nenhum estava disponível para transporte convencional. Outras áreas florestadas também foram alvo. Todos disseram que a extração atingiu 27.000-40.000 acres de floresta protegida, de acordo com estimativas de Lucienne Wilmé, Porter P. Lowry, Peter H. Raven do jardim botânico de Missouri e Derek Schuurman da Rainbow Tours. Mais de $200 milhões em Madeira foram cortados. Muitas das quais foram para a China para se tornar produtos em Madeira que serão eventualmente vendidos na Europa e nos Estados Unidos.

Toras de Jacarandá.

As madeiras preciosas extraídas são amarradas juntas com cipós e descem os rios em balsas feitas de madeiras de espécies mais leves. 5-6 toras mais leves são necessárias para flutuar cada tora de Madeira de jacarandá, agravando o impacto da extração do jacarandá.
O que foi particularmente irritante para os conservacionistas sobre o episódio foi que a extração madeireira tinha finalidade puramente para ganhos comerciais dos traficantes, ao invés da extração devido á subsistência dos pobres malásios. Erik Patel, um pesquisador da Universidade Cornell que se concentra na Silky Sifaka em Marojejy, diz que os comerciantes, não os comerciantes comuns dos vilarejos Malásios, se beneficiaram mais da extração ilícita da madeira.

"Extrair essas madeiras extremamente pesadas e valiosas é um trabalho intensivo que requer coordenação entre os residentes locais que cortam manualmente as árvores, mas recebem pouco lucro por isso, e a rede criminosa dos exportadores, transportadores domésticos e funcionários corruptos que iniciam o processo e abocanham a maior parte dos enormes lucros," disse Patel. "Os povos locais se beneficiam muito pouco da extração do jacarandá. Na maioria dos casos, a extração do jacarandá é perigosa para os povos locais por causa da perda do turismo e da violação dos tabus locais."

Ao mesmo tempo que as florestas do norte estavam sendo saqueadas por suas madeiras, um novo e perturbador comércio surgiu: o comércio da carne exótica dos lêmures.

Em Agosto, a Conservação Internacional (CI), uma ONG que tem estado particularmente ativa em Madagascar, divulgou fotos mostrando pilhas de lêmures mortos que foram confiscados dos traficantes e restaurantes nas cidades do norte.

A perda dos lêmures pode ter efeito ecológico nas florestas. De acordo com Patrícia Wright, os lêmures parecem ser os mais importantes dispersores de sementes em Madagascar. Preocupada, Wright diz que o "saboroso" lêmure—como revelado pelas pesquisas de mais de 2.000 indivíduos nas vilas locais—é também um dos mais importantes dispersores: o lêmure preto e branco.


Esses animais são o lêmures coroados, Eulemur coronatus e a sifaka dourada coroada, Propithecus tattersalli. Copyright: © Fanamby/photos by Joel Narivony
"What is happening to the biodiversity of Madagascar is truly appalling, and the slaughter for these delightful, gentle, and unique animals is simply unacceptable,” said CI's Russ Mittermeier in a statement released at the time. “And it is not for subsistence, but rather to serve what is certainly a 'luxury' market in restaurants of larger towns in the region. More than anything else, these poachers are killing the goose that laid the golden egg, wiping out the very animals that people most want to see, and undercutting the country and especially local communities by robbing them of future ecotourism revenue."

Até o golpe, o ecoturismo havia sido um importante ponto econômico para Madagascar. Atraídos pelas paisagens espetaculares, pela biodiversidade sem igual, e riqueza cultural, a chegada dos turistas vinha crescendo, alcançando $390 milhões em 2008. Mas a tendência mudou rapidamente com a turbulência política e violência que se instalou, com os governos mais ricos do mundo avisando seus cidadãos para evitarem Madagascar. A chegada dos turistas caiu drasticamente durante a crise—50 a 60 por cento para o ano, segundo algumas estimativas. As transportadores internacionais cortaram o serviço de vôos mas os trabalhadores empregados diretamente na industria do turismo foram particularmente afetados. Durante o mês de Setembro em uma visita a Reserva Especial de Perinet, abrigo para o famoso Lêmure cantante Indri, os guias turísticos se amontoavam em frente ás pousadas, a espera de turistas, e sentavam ao longo da estrada que levava a uma mina, esperando algum trabalho temporário na mineração. Os mais sortudos haviam conseguido meses atrás trabalho temporário em uma mina de níquel de $3.8 bilhões da Sherritt, uma empresa mineradora Canadense. O projeto irá eventualmente enviar milhões de toneladas de eclusa de mineração para o porto costeiro de Tamatave através de um gasoduto de 85-milhas de comprimento que fica entre duas áreas protegidas. Ao preço de 400,000 ariary ($200) por mês, é o melhor emprego na cidade.

Criança na porção Central de Madagascar. Foto por Rhett A. Butler
O declínio do turismo tem sido sentido amplamente em Madagascar, mas alguns tem sofrido mais que outros. Alguns operadores no norte disseram que os negócios decresceram cerca de 80 por cento em relação ao ano anterior. Em Ranomafana, indiscutivelmente o parque melhor administrado de Madagascar, a chegada de turistas caíram em 40 por cento, de acordo com Patricia Wright, diretora- executiva do Instituto de Conservação de Ambientes Tropicais (ICTE) da Universidade Stony Brook e força de liderança na conservação em Madagascar nos últimos 20 anos. Wright tem rastreado o turismo em Ranomafana na ultima década e diz que durante a ultima crise política de Madagascar em 2002, a chegada de turistas em Ranomafana caiu de 16.000 para menos de 3.000, um decréscimo de mais de 80 por cento. Ano passado 24.000 turistas visitaram o parque, gerando $1.72 milhões de dólares em renda.

Funcionários locais em Ranomafana confirmam que a crise afetou gravemente a cidade e o parque.

"O turismo no Parque Nacional de Ranomafana decresceu 45 a 46 por cento comparado com ano passado e no geral, para a província de Fianar o turismo caiu 70 por cento," disse Mamy Rakotoarijaona, gerente do Parque Nacional Ranomafana, através de um tradutor. "O Parque Nacional Ranomafana e o Parque Nacional Isalo [outro parque popular] tem sido menos afetados que os outros parques, mas ainda assim estão sofrendo as conseqüências. Isso causa um grande impacto na economia das vilas já que 50 por cento das taxas de entrada dos parques são usadas para a conservação das vilas e dos projetos em desenvolvimento."

"Os guias turísticos e comerciantes locais estão sofrendo com a falta de turistas," acrescentou Leon Razanakoto, o prefeito de Ranomafana. "Esperamos que o turismo volte novamente no próximo ano com as eleições postas em ordem."

A paralisação também atingiu os negócios indiretamente ligados ao turismo. Agricultores estão vendendo menos arroz e zebu, os donos de lojas estão vendendo menos garrafas de Eau Vive, a água potável mais consumida pelos turistas, e molhos de feijões baunilha, uma souvenir bem popular.

A recessão tem tornado os Malásios mais conscientes de como são importantes os visitantes—dois terços dos quais chegam a Madagascar para ver a vida selvagem—para seu bem estar.

“Muitas pessoas nao acreditavam que trazendo a vazaha [termo local para designar estrangeiros] para a floresta iriam ajudá-los.” Disse Claudio, um guia natural sediado em Maroantsetra, uma cidade que é o ponto de partida do Parque Nacional de Masoala. “Mas a crise tem mostrado a eles que o turismo de fato traz benefícios. Todos estão sentindo agora—a crise politica tem se tornado uma crise economica."



Verreaux's sifaka in southern Madagascar


Camaleão no norte de Madagascar. Fotos por Rhett A. Butler


Para a conservação, a queda na renda proveniente do turismo tem sido agravada pela perda de apoio dos doadores. A USAID, uma grande fonte financiadora de projetos de conservação e outras organizações congelaram as doações, enquanto o Corpo de Paz retirou seus voluntários do país. ONGs tem pedido aos governos para restaurarem as doações. O zoológico de Zurich, que apoia um projeto de conservação em Masoala, juntou milhares de assinaturas em uma petição, pedindo a restauração do reforço da lei e retomada da ajuda. Há preocupações de que a suspensão dos projetos tenha estragado a confiança entre as comunidades locais com as quais os conservacionistas estão comprometidos ao longo do curso em Madagascar.

Uma visão da crise madeireira preparada por pesquisadores do Jardim Botânico de Missouri e outros grupos. O Jardim Botânico de Missouri tem tido um papel essencial em documentar e trabalhar para o fim da destruição das florestas de Madagascar. Clique na imagem para ver em PDF.


Decree re-authorizing rosewood exports. Click image to enlarge.
Enquanto a situação melhorou na segunda metade de 2009 com grupos de policiais adentrando áreas críticas e uma fazendo uma série de prisões de madeireiros ilegais (que eram em seguida libertados), ela piorou desde o fim do ano. No meio de Dezembro se tornou claro que os navios carregados de madeira ilegal iriam ser retomados após moratória temporária. Um grande carregamento em navio—vale de $20-80 milhões—foi planejado para 21 de Dezembro até uma campanha global liderado pela Ecological Internet, um grupo ativista na Internet, forçou uma empresa de carregamento Francesa, Delmas, a deixar o porto sem madeira alguma. Um representante da Delmas disse em seguida que transportar a Madeira não compensava o dano á sua reputação.

Mas o alívio nao durou muito tempo. Em 31 de Dezembro, a autoridade transicional de Rajoelina autorizou a exportação de jacarandá, sinalizando para os madeireiros que eles poderiam agora lucrar. Imediatamente seguindo o decreto, relatorios indicaram uma recuperação na atividade madeireira nos Parques Nacionais de Masoala e Makira. No meio de uma crise economica, o governo de Rajoelina estava aparentemente vendendo as florestas de Madagascar para financiar uma eleição onde eles esperam validar seu poder. Para assegurar sua renda, as forças de Rajoelina reprimiram a oposição jogando gás lacrimogêneo em manifestantes, prendendo jornalistas e agendando as eleições parlamentares. Suas ações, que incluíram a rejeição de uma série de acordos pelo poder, provocaram forte condenação do mundo exterior. Os Estados Unidos encerraram as preferências de comércio com o país e, juntamente com outros países, diz estar pesando as sanções. Governos doadores disseram que a ajuda não será retomada até que as regras democráticas retornem á Madagascar.

Enquanto isso, os roubos aos parques da ilha continuam.







TAKE ACTION: Forests.org has relaunched a campaign parties partaking in, and facilitating the destruction of Madagascar's rainforests.












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