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Merrill Lynch investe $9Milhoes na conservação da floresta úmida, esperando lucros Rhett A. bugler, mongabay.com Traduzido por Marcela V.M. Mendes 12 de Março, 2008
O negócio — anunciado com grande fanfarra no mês passado — busca compensar 3.4 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano reduzindo o desflorestamento. Os creditos de carbono resultantes seriam vendidos nos mercados internacionais uma vez que o Protocolo de Kyoto expire em 2012 e os crédtitos baseados nas florestas são oficialmente reconhecidos (Kyoto não permite tais créditos, mas os delegados no encontro das Nações Unidas em December em Bali sinalizaram que os créditos seriam uma opção no futuro).
"Merrill está apostando que o dinheiro colocado no projeto Aceh agora será uma fonte de créditos baratos que se tornarão mais valiosos se a silvicultura se tornar parte da paisagem do pós-Kyoto," escreve Wright. "O sucesso do negócio poderia influenciar quanto mais dinheiro Merrill colocar na silvicultura. O banco está debatendo internalmente sobre o levantamento de um fundo de $3 bilhões para proteger as florestas globais. Uma caixa de guerra como esta poderia começar a se causar real impacto nas taxas de desflorestamento." O acordo em Aceh, mediado pela Conservação de Carbono na Australia, poderia gerar até $432 milhões de financiamento de carbono nos próximos 30 anos. |
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