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Desmatamento em Brasil


O homem é a principal causa do desmatamento ou destruição das florestas tropicais. Os humanos estão cortando as floretas tropicais por muitas razões, incluindo:
  • madeira para uso próprio (móveis, construção de casas, etc.) e madeira para fazer fogo;
  • agricultura para pequenos e grandes fazendeiros;
  • terra para fazendeiros pobres que não têm nenhum lugar para viver;
  • pasto para a criação de gado; e
  • construção de estradas.
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Desmatamento em Brasil: 1988-2007

Desmatamento em Brasil: 1988-2007

Year
área
[sq mi]
área
[sq km]
mudança
[%]
19888,12721,050
19896,86117,770-16%
19905,30113,730-23%
19914,25911,030-20%
19925,32313,78625%
19935,75114,8968%
19945,75114,8960%
199511,22029,05995%
19967,01218,161-38%
19975,10713,227-27%
19986,71217,38331%
19996,66417,259-1%
20007,03718,2266%
20017,01418,1650%
20028,18721,20517%
20039,71125,15119%
200410,59027,4299%
20057,25618,793-31%
20065,42114,040-49%
20073,86510,010-47%

INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
.



Causa do Desmatamento em Amazônia
pasto de gado 60-70%
agricultura (pequenos) 30-40%
agricultura (grandes fazendeiros) 1-2%
madeira 2-4%
construção de estradas, mineração, represas 2-4%








As florestas tropicais são importantes ao ecossistema global. As florestas tropicais úmidas:
  • fornecem casa e abrigo para muitas plantas e animais;
  • ajudam a estabilizar o clima do mundo;
  • protegem contra inundações, seca e erosão;
  • são uma fonte de remédios e alimentos;
  • abriga o povo tribal; e
  • são locais interessantes para visitar.
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Dourados são ameaçados pelas represas na Amazônia
(06/04/2015) Todos os anos, dourados gigantes migram dos estuários rasos situados perto da foz do Rio Amazonas até as turbidas cabeceiras dos seus afluentes – uma jornada que pode exceder 4.000 quilômetros. Assim que eles chegam, ocorre a desova. As resultantes larvas e peixes jovens percorrem todo o caminho de volta aos estuários, onde eles se desenvolverão durante os próximos dois anos, antes de repetir o mesmo trajeto realizado pelos pais deles.


As 10 melhores notícias ambientais de 2014
(06/02/2015) Em 2014, aconteceu o inimaginável: as empresas que representavam a maioria da produção de óleo de palma e comércio concordaram em interromper o corte de florestas tropicais e a drenagem de turfeiras para novas plantações de óleo de palma (dendê). Depois de anos de intensas campanhas de ambientalistas e terríveis advertências de cientistas, quase duas dúzias dos maiores produtores, comerciantes e compradores estabeleceram políticas de desmatamento zero


Vídeos revelam aves raras, macacos selvagens, e uma família de jaguares num parque explorado para extracção de petróleo
(05/27/2015) Uma compilação de novos vídeos feitos com base em armadilha fotográfica no Parque Nacional Yasuni mostra espécies raramente vistas como o taiaçuíra (Neomorphus geoffroyi) e o cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas (Atelocynus microtis), bem como certos comportamentos estranhos, como preguiças que lambem sal da terra . A compilação foi produzida por Diego Mosquera, gestor e chefe do programa de armadilhas fotográficas na Estação da Biodiversidade Tiputini.


Nova anta? Cientistas disputam descoberta biológica do século
(05/11/2015) Há quase um ano, os cientistas anunciaram uma descoberta incrível: uma nova espécie de anta da Amazónia Ocidental no Brasil e Colômbia. O anúncio era notável por várias razões: este seria o maior novo mamífero terrestre descoberto em mais de 20 anos e apenas a quinta espécie de anta conhecida no mundo. A anta, apelidada anta-pretinha ou anta kabomani, foi descrita como significativamente mais pequena do que as outras antas do mundo (embora sendo ainda um dos maiores animais terrestres da América do Sul), com uma forma muito distinta de cabeça e o pêlo mais escuro do que o normal. Mas no espaço de alguns meses outros investigadores levantaram dúvidas sobre a veracidade da nova espécie.


Florestas indígenas ameaçadas abrangem mais da metade do carbono da Amazônia
(05/08/2015) A emissão de carbono pela ação humana é um grande agente do aquecimento global, e os cientistas constataram há anos que as florestas tropicais são vitais para absorver excesso de carbono. Um novo estudo divulgado no Carbon Management constata que a quantidade total de carbono retida em partes da floresta tropical Amazônia ocupadas por grupos indígenas é muito superior à estimada anteriormente – uma quantidade que, caso liberada, seria capaz de desestabilizar a atmosfera da Terra. Mas devido aos fracos direitos de propriedade de terra, essas áreas estão sob risco de desmatamento.


Novas leis podem transformar as florestas do Brasil em minas
(04/15/2015) Com a maior rede de áreas protegidas, e uma queda de 70% na taxa de desflorestação da Amazónia durante a ultima década, o Brasil tem feito um enorme esforço para preservar o que resta da sua natureza. No entanto, esses esforços poderão ser agora colocados em causa, devido a novas leis, que ameaçam transformar as áreas protegidas do país em minas e barragens.


Peixes de mercúrio: exploração de ouro no Peru coloca em risco as comunidades que vivem a jusante das minas
(04/03/2015) Na sua maioria ilegal, a exploração mineira artesanal de ouro destruiu parte da floresta Amazónica no Peru na última década, devido sobretudo a um aumento do preço do ouro. O facto da indústria não estar regulamentada resultou em extensa desflorestação, e num desastre ambiental. Para além disso, os especialistas levantam agora questões em relação a um potencial impacto na saúde dos habitantes da região, devido à poluição causada pelo mercúrio. Um novo estudo científico publicado na Royal Society of Chemistry revela, pela primeira vez, que a poluição causada pelo mercúrio, tem-se espalhado rapidamente ao longo dos rios, podendo estar a causar danos nas comunidades localizadas até, pelo menos, 560 km (350 milhas) das minas.


Florestas tropicais: 10 coisas para se observar em 2015
(03/23/2015) 2014 foi um ano de marco de referência para as florestas tropicais, com dezenas de grandes empresas comprometidas a eliminar o desmatamento das cadeias de fornecimentos, teve o lançamento de novas plataformas para monitorar as florestas, e uma queda considerável no desmatamento na Amazônia brasileira, dentre outros grandes desenvolvimentos. Aqui está um rápido olhar adiante no que poderia estar reservado para as florestas tropicais em 2015.


Como é que vamos evitar o desaparecimento das florestas mundiais antigas?
(03/11/2015) Não há nada no mundo como uma floresta primária, que nunca foi alvo de desbastação industrial ou abatida pelo homem. Nas características comuns destas florestas incluem-se as árvores antigas, uma quantidade significativa de madeira morta, pouco crescimento ao nível do solo, devido à cobertura das copas das árvores, e uma elevada biodiversidade, que inclui muitas espécies que não se encontram noutros locais. São geralmente descritas como semelhantes a catedrais, devido aos troncos das árvores que se assemelham a pilares e ao tapete vegetal que cobre o solo.


Pedra gigante com formato de rosto é revelada na floresta tropical amazônica
(02/03/2015) Um novo curta metragem documenta a jornada de uma tribo amazônica que caminha mata adentro do seu território e encontra um misterioso semblante de pedra, supostamente esculpido pelos seus antepassados. De acordo com o Handcrafted Films, que produziu o documentário entitulado A Reunião, essa foi a primeira vez que o Rosto Harakbut foi filmado.


Como podemos evitar o desaparecimento das florestas primárias no mundo todo?
(01/09/2015) Nada no mundo é comparável a uma floresta primária, que jamais sofreu abate industrial ou desmatamento provocado por pessoas. As características comuns dessas florestas incluem as árvores centenárias, a significante quantidade de madeira morta, a pouca vegetação rasteira devido a sombra das copas das árvores, e a alta biodiversidade, incluindo a existência de muitas espécies que não são encontradas em nenhum outro local. Tais florestas são frequentemente descritas como similares às catedrais, devido as arvores que se assemelham aos pilares e a vegetação rasteira que lembra um tapete. Ainda, as florestas primárias mundiais¬¬–também chamadas de florestas de crescimento antigo–estão diminuindo a cada ano, e os legisladores não estão fazendo o bastante para deter o processo.


Ponto de viragem para as florestas do Perú? Noruega e Alemanha colocam esforço e investimento por trás de um ambicioso acordo
(01/07/2015) Desde os Andes até à Amazónia, o Perú contém algumas das florestas mais espetaculares do mundo. Tribos indígenas culturalmente diversas habitam o interior da Amazónia Peruviana, incluindo tribos que pouco contactaram com o mundo exterior. E mesmo tendo os cientistas já descoberto dezenas de milhares de espécies que habitam estas florestas, desde a folhada até à copa das árvores, muitas mais permanecem por descobrir.


Peru reduz proteções ambientais para atrair mais investimentos em mineração e combustíveis fósseis
(11/28/2014) Em um esforço para alavancar os parcos investimentos nos setores de combustíveis fósseis e mineração, o Peru aprovou uma nova lei bastante controversa que subverte muitas das proteções ambientais e, essencialmente, enfraquece o Ministério do Meio Ambiente. A nova lei não somente tem preocupado os ambientalistas quanto ao seu impacto sobre o país -- com 60% do território dentro da floresta amazônica -- como também a forma como as medidas irão minar o desenvolvimento da “UN Climate Summit” (Conferência do Clima da ONU) em dezembro próximo, que será sediada no Peru.


Rãs são afetadas por estradas para transporte de petróleo na Amazônia
(07/02/2014) De acordo com novo artigo publicado na revista científica Plos One, as estradas construídas em áreas remotas da Amazônia para transporte de petróleo, frequentemente divulgadas como de baixo impacto, estão, na realidade, causando grande impacto em rãs que habitam o dossel superior da floresta. No Parque Nacional Yasuní, Equador, as bromélias crescem no tronco de gigantescas árvores que ultrapassam a copa da floresta e podem conter até quatro litros de água parada. Analisando com minúcia, os pesquisadores descobriram grande diversidade de vida dentro destas micro piscinas, inclusive várias espécies de rãs. No entanto, embora vivam em habitats mais alto do que 50 metros de altura, o novo estudo aponta que a proximidade de estradas para transporte de petróleo diminui a população dessas rãs.


Armadilha fotográfica captura pela primeira vez vídeo de um pássaro raramente visto na Amazônia ... e muito mais
(07/01/2014) Um programa de armadilha fotográfica sitiou o Parque Nacional Yasuni, no Equador, e ganhou fama no que os pesquisadores acreditam ser o primeiro filme já feito sobre um urumutum noturno selvagem (Nothocrax urumutum). Além disso, o programa capturou o vídeo de outros animais raramente vistos, incluindo o cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas e o tatu gigante.


Companhia petrolífera rompe acordo e constrói grandes estradas na floresta tropical de Yasuni
(06/18/2014) Ao aprovar licenças para uma companhia petrolífera perfurar mais fundo no Parque Nacional de Yasuni em uma área conhecida como Bloco 31, o governo do Equador estabeleceu a condição de que a companhia assumiria um projeto sem estradas para fazer a maioria do trabalho de transporte. No entanto, um novo relatório baseado em imagens de satélite de alta resolução revelou que a companhia em questão, a Petroamazonas, ignorou as condições do acordo ao construir um acesso rodoviário imenso, pelo menos uma ponte fixa, e ao cortar mais árvores do que o permitido. O problema é especialmente relevante pois a Petroamazonas foi premiada com licenças adicionais de petróleo para o conturbado bloco da Ishpingo-Tambococha-Tiputinin (ITT) de Yasuni, aparentemente sob as mesmas condições, sem estradas, exatamente no mês passado.


Represas polêmicas podem ter intensificado o dilúvio de proporções bíblicas na Amazônia
(06/17/2014) Ambientalistas e cientistas protestaram veementemente contra a proposta de construção das Usinas de Santo Antônio e Jirau, na Amazônia Ocidental, Brasil, alegando, entre outros fatores, que os reservatórios poderiam elevar o nível da água no Rio Madeira, causando, possivelmente, enchentes catastróficas. Parece que tinham razão: na semana passada, a Justiça Federal do Brasil determinou que fosse realizado um novo estudo sobre os impactos ambientais causados pelos reservatórios, visto haver desconfianças de que as barragens tenham piorado as enchentes no Brasil e na fronteira com a Bolívia.


A vasta floresta tropical da Amazônia está dominada por poucas espécies de arvores
(06/05/2014) A floresta tropical da Amazônia é tão vasta e tão diversa, que perguntas aparentemente simples – como quais espécies de arvores são as mais comuns – ainda não tem resposta. Pesquisadores estão finalmente virando a ver a floresta e as arvores depois de que uma colaboração internacional de 120 científicos se juntaram para compilar a maior enquete montada até hoje sobre a Amazônia.


Aves extintas da Amazônia ao poucos retornam em bando à floresta na ocorrência de reflorestamento natural
(06/02/2014) Algumas boas notícias vindas da floresta amazônica: se dado tempo suficiente, terras desmatadas podem se recuperar o suficiente para acolher de volta as espécies de aves que haviam desertado, de acordo com um estudo recente pela “The Auk” (Revista Trimestral de Ornitologia).


50 mil quilômetros de estradas construídas na Amazônia brasileira em 3 anos
(05/28/2014) As estradas estão se expandindo rapidamente de lado a lado da Amazônia brasileira, abrindo as longínquas florestas tropicais para madeireiros, mineiros, criadores, fazendeiros e especuladores de terras, é o que revelou um novo estudo publicado no periódico Regional Environmental Change (Mudança Ambiental Regional).


Como o apoio da Google, mapeamento florestal de alta resolução revela desmatamento massivo no mundo
(05/22/2014) Os pesquisadores lançaram, hoje, a tão aguardada ferramenta que revela a dimensão da perda e do ganho de cobertura florestal em escala global. Com o suporte da computação em nuvens da Google, o mapa interativo da floresta estabelece uma nova base para o cálculo do desmatamento e da recuperação florestal em todos os tipos de países, biomas e florestas do mundo.


Exploração de ouro tem repentino aumento de 400% na Floresta Amazônica
(05/16/2014) A mineração de ouro na Amazônia peruana teve um crescimento repentino de 400% desde 1999 devido a fatores como a disparada nos preços do ouro e às devastações causadas nas florestas e nos rios locais, conclui um novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).


Cientista divide gigantes da Amazônia em espécies distintas
(05/12/2014) Não há como nos enganarmos quando vemos um piracuru (arapaima): eles são maciços, bem protegidos, com respiração aérea (eles têm que vir à tona a cada poucos minutos). Eles são a megafauna dos rios da Amazônia. Mas, apesar de serem inconfundíveis, e o fato que eles têm sido caçados pelas populações indígenas por milhares de anos, os cientistas sabem relativamente pouco sobre o arapaima, incluindo quantas espécies existem. Desde a metade do século 19, os cientistas agruparam todo os tipos de arapaima em uma única espécie: Arapaima gigas. Todavia, em dois estudos recentes, a Copeia (publicação periódica referente à ictiologia e herpeteologia) dividiu os arapaimas em, no mínimo, 5 espécies – e outras poderão surgir.


O Brasil pode aumentar a produção agrícola sem destruir florestas
(05/02/2014) O Brasil pode aumentar sua produção agrícola significativamente enquanto melhora a proteção de seus ecossistemas nativos, revela uma nova análise publicada pela Climate Policy Initiave (CPI), uma think tank internacional.


Exploração madeireira ilegal continua desenfreada no Brasil
(04/29/2014) A exploração madeireira ilegal, que continua se espalhando no estado do Pará, foi objeto de uma avaliação divulgada pela ONG Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).


Exclusivo: Fotografias aéreas impressionantes revelam que o Equador está a abrir estradas no coração da floresta húmida mais rica do mundo (Parque Nacional Yasuni)
(04/16/2014) Em Agosto de 2012 os fotógrafos profissionais Ivan Kashinsky e Karla Gachet estavam em missão para a National Geographic no Parque Nacional Yasuní, a floresta com maior biodiversidade do mundo. Durante a sua estadia, fizeram uma sessão de fotografia sobrevoando uma área conhecida como Bloco 31 (ver mapa), uma concessão de petróleo controversa localizada no coração do parque, no preciso momento em que a companhia estatal de petróleo, Petroamazonas, abria secretamente um novo acesso.


Tribo da Floresta Amazônica vende créditos do REDD+ para gigante brasileira de cosméticos
(04/11/2014) Os Paiter-Suruí, uma tribo da floresta Amazônica, que em junho tornou-se o primeiro grupo indígena a gerar créditos do REDD+, através do Verified Carbon Standard (VCS), já fechou seu primeiro negócio. Conforme relatado pelo Ecosystem Marketplace, a Natura Cosméticos, uma mega fabricante de cosméticos brasileira, adquiriu 120.000 toneladas de créditos de carbono a partir do Projeto de Carbono Florestal Suruí, no estado de Rondônia, Brasil


Os vídeos produzidos pela armadilha fotográfica poderiam estimular o mundo a proteger o Yasuní da perfuração de petróleo?
(04/03/2014) Mesmo dez anos atrás, teria sido impossível imaginar imagens bem claras de um jaguar caminhando lenta e penosamente ao longo da impenetrável Amazônia, um porco-espinho-de-cauda-preênsil-bicolor (Coendou bicolor) se equilibrando em um galho, um bando de macacos-aranha se alimentando em um barranco de argila ou um grupo de quatis saindo correndo, um por um, da densa folhagem. São coisas que até mesmo pesquisadores que gastam uma vida inteira na Amazônia podem nunca ver. Agora, qualquer um pode: cientistas da Estação de Biodiversidade Tiputini começaram a usar recentemente, no Parque Nacional Yasuní do Equador, vídeos da armadilha fotográfica para registrar imagens de animais que poucas pessoas poderão ver durante suas vidas. Os vídeos — após anos da armadilha fotográfica por fotos — fornecem uma visão reveladora de um mundo cada vez mais ameaçado pela indústria do petróleo.


Cientistas fazem uma das maiores descobertas animais do século – uma nova anta
(03/28/2014) Os cientistas anunciaram hoje a descoberta de uma nova espécie de anta no Brasil e na Colômbia que provavelmente será considerada uma das maiores descobertas zoológicas (literalmente) do século XXI. O novo mamífero, escondido da ciência, porém conhecido pelas tribos indígenas locais, é na verdade um dos maiores animais do continente, embora seja a menor das antas viventes. Descrita no Journal of Mammalogy, cientistas nomearam a nova anta Tapirus kabomani, por causa do nome dado à anta na língua Paumari: "Arabo kabomani".


Vídeo de devastação causada por mineração de ouro torna-se viral no Peru
(03/28/2014) Um vídeo, mostrando operações ilegais de mineração de ouro que transformaram parte da Amazônia em uma paisagem lunar, tornou-se viral no Youtube depois que um conhecido jornalista de rádio e TV chamou atenção para o caso.





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