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Notícias ambientais

Exclusivo: Fotografias aéreas impressionantes revelam que o Equador está a abrir estradas no coração da floresta húmida mais rica do mundo (Parque Nacional Yasuni)
(04/16/2014) Em Agosto de 2012 os fotógrafos profissionais Ivan Kashinsky e Karla Gachet estavam em missão para a National Geographic no Parque Nacional Yasuní, a floresta com maior biodiversidade do mundo. Durante a sua estadia, fizeram uma sessão de fotografia sobrevoando uma área conhecida como Bloco 31 (ver mapa), uma concessão de petróleo controversa localizada no coração do parque, no preciso momento em que a companhia estatal de petróleo, Petroamazonas, abria secretamente um novo acesso.


Tribo da Floresta Amazônica vende créditos do REDD+ para gigante brasileira de cosméticos
(04/11/2014) Os Paiter-Suruí, uma tribo da floresta Amazônica, que em junho tornou-se o primeiro grupo indígena a gerar créditos do REDD+, através do Verified Carbon Standard (VCS), já fechou seu primeiro negócio. Conforme relatado pelo Ecosystem Marketplace, a Natura Cosméticos, uma mega fabricante de cosméticos brasileira, adquiriu 120.000 toneladas de créditos de carbono a partir do Projeto de Carbono Florestal Suruí, no estado de Rondônia, Brasil


A culpa é dos humanos: novo estudo prova que pessoas mataram as aves gigantes da Nova Zelândia
(04/07/2014) As moas eram um grupo diverso de aves que não voavam, mas dominavam a Nova Zelândia até a chegada dos humanos. A maior delas alcançava cerca de 3,5 metros de altura com o pescoço esticado. Apesar de toda a família das moas – com nove espécies – ter desaparecido logo após a chegada das pessoas no século 13 na Nova Zelândia, há muito tempo cientistas vêm debatendo por que essas aves enormes foram extintas. Algumas teorias apontavam que as aves já estavam em declínio devido a mudanças ambientais e atividades vulcânicas antes dos humanos pisarem nas praias neozelandesas. Mas um estudo lançado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) revela que não há evidências desse declínio, e aponta diretamente para nós.


Os vídeos produzidos pela armadilha fotográfica poderiam estimular o mundo a proteger o Yasuní da perfuração de petróleo?
(04/03/2014) Mesmo dez anos atrás, teria sido impossível imaginar imagens bem claras de um jaguar caminhando lenta e penosamente ao longo da impenetrável Amazônia, um porco-espinho-de-cauda-preênsil-bicolor (Coendou bicolor) se equilibrando em um galho, um bando de macacos-aranha se alimentando em um barranco de argila ou um grupo de quatis saindo correndo, um por um, da densa folhagem. São coisas que até mesmo pesquisadores que gastam uma vida inteira na Amazônia podem nunca ver. Agora, qualquer um pode: cientistas da Estação de Biodiversidade Tiputini começaram a usar recentemente, no Parque Nacional Yasuní do Equador, vídeos da armadilha fotográfica para registrar imagens de animais que poucas pessoas poderão ver durante suas vidas. Os vídeos — após anos da armadilha fotográfica por fotos — fornecem uma visão reveladora de um mundo cada vez mais ameaçado pela indústria do petróleo.


Espécie ignorada: o primata quase extinto que corre o risco de levar um tiro quando avistado
(03/28/2014) A atenção dada aos populares e carismáticos primatas – como os gorilas, chimpanzés, orangotangos, micos-leões, e até alguns lêmures–poderia fazer-nos supor que os conservacionistas têm domínio sobre a proteção dos nossos parentes próximos; o fato espantoso que nenhuma espécie primata tenha sido extinta nos últimos cem anos ( apesar da destruição em larga escala dos seus habitats) parece confirmar essa afirmação. Todavia, ao olharmos mais atentamente às informações, veremos que não somente muitos deles estão fadados à extinção, mas um significativo número tem recebido pouca atenção no que se refere à sua conservação. De acordo com a Lista Vermelha da IUCN, ou Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas, assombrosos 48 por cento dos primatas no mundo estão ameaçados de extinção: esse é um percentual pior do que dos anfíbios, os quais têm sido devastados por uma epidemia global. E muito embora um punhado dos mais de 600 primatas do mundo tenham conquistado adoração pela conservação, muitos permanecem na obscuridade. Ninguém mais do que o macaco colobus vermelho do Delta do Níger (Procolobus epieni), que de acordo com pesquisas em curso feitas por biologistas na Nigéria, podem contar com menos de 500 exemplares – e ainda não estão protegidos sob a lei nigeriana.


Cientistas fazem uma das maiores descobertas animais do século – uma nova anta
(03/28/2014) Os cientistas anunciaram hoje a descoberta de uma nova espécie de anta no Brasil e na Colômbia que provavelmente será considerada uma das maiores descobertas zoológicas (literalmente) do século XXI. O novo mamífero, escondido da ciência, porém conhecido pelas tribos indígenas locais, é na verdade um dos maiores animais do continente, embora seja a menor das antas viventes. Descrita no Journal of Mammalogy, cientistas nomearam a nova anta Tapirus kabomani, por causa do nome dado à anta na língua Paumari: "Arabo kabomani".


Mais de 700 espécies adicionadas nas categorias de ameaça da Lista Vermelha da IUCN (fotos)
(03/28/2014) Como novo sinal de crise da biodiversidade mundial, a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) incluiu, na atualização deste ano, 715 espécies nas categorias de ameaça, segundo os níveis “Vulnerável”, “Em perigo” ou “Em Perigo Crítico”. Algumas dessas espécies foram avaliadas pela Lista Vermelha da IUCN pela primeira vez, enquanto outras viram suas condições se deteriorarem, como o porco-do-mato (Tayassu pecari) que foi listado agora como espécie "Vulnerável" devido à caça indiscriminada, ao desmatamento e, possivelmente, a doenças. Até agora, a Lista Vermelha já avaliou 70.923 espécies mundiais - incluindo quase todos os mamíferos, pássaros e anfíbios -, das quais 20.934 são consideradas como ameaçadas.


Vídeo de devastação causada por mineração de ouro torna-se viral no Peru
(03/28/2014) Um vídeo, mostrando operações ilegais de mineração de ouro que transformaram parte da Amazônia em uma paisagem lunar, tornou-se viral no Youtube depois que um conhecido jornalista de rádio e TV chamou atenção para o caso.


Minúsculo bagre descoberto no Brasil
(03/11/2014) Cientistas descobriram uma nova espécie de peixe bagre no Rio Paraíba do Sul, sudeste do Brasil.


Activistas voltam-se para os grandes fabricantes de comida devido a óleo de palma "de conflito"
(03/07/2014) Activistas ambientais lançaram uma grande campanha dirigida a 20 das maiores empresas de refeições rápidas que usam óleo de palma nos seus produtos. A campanha, conduzida pela Rainforest Action Network (RAN), afirma que os gigantes da indústria alimentar não se certificam que o óleo de palma que utilizam não conduz à desflorestação nem agrava conflitos sociais.


Malásia desmata reservas florestais para madeira e óleo de dendê
(03/03/2014) Em julho de 2013, a Reserva Florestal Permanente Bikam, no estado de Perak, na Malásia, foi desclassificada, permitindo que ela fosse liberada para plantação de óleo de dendê. Tão somente após a floresta ter sido devastada é que o Instituto Florestal de Pesquisas da Malásia, (FRIM, na sigla em inglês) anunciou que lá existiram os últimos exemplares da espécie keruing paya (Dipterocarpus coriaceus) da península da Malásia; árvore grande de textura compacta, e classificada como Gravemente Ameaçada de Extinção na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Agora, tal espécie supostamente extinta na Malásia, ainda pode ser encontrada na Indonésia.


Novos mapas globais identificam as área prioritárias para a conservação
(03/03/2014) Qual região do planeta possui mamíferos com maior risco de extinção? Onde é encontrada a maioria das espécies de pássaros? E onde novos anfíbios estão sendo descobertos? Indonésia e Malásia é a resposta para a primeira pergunta; Amazônia, para a segunda; e Cordilheira dos Andes, para a terceira. Um novo estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), utilizou dados globais de 21.000 mamíferos, pássaros e anfíbios para produzir extraordinários mapas que identificam áreas prioritárias para a conservação, até então relegadas.


Mudança climática pode destruir as florestas montanhosas andinas, lar de milhares de espécies endêmicas
(03/03/2014) Um dos ecossistemas mais ricos do planeta talvez não sobreviva a um clima mais quente sem ajuda humana, de acordo com um novo e preocupante estudo do jornal online PloS ONE. Embora sejam menos estudadas do que as florestas tropicais de terras baixas, as florestas montanhosas andinas são conhecidas por abrigar explosões de vida, incluindo milhares de espécies endêmicas. Muitas dessas espécies, de graciosas samambaias a belas orquídeas e pequeninos sapos, proliferam-se em pequenas extensões que dependem das temperaturas. Mas o que acontece quando o clima sofre aquecimento?


Satélite de dados do Brasil indica aumento no desmatamento da Amazônia no ano passado
(02/27/2014) O desmatamento na Amazônia brasileira parece ter aumentado significativamente durante o ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).


Reação negativa: a acidificação dos oceanos piora o aquecimento global
(02/27/2014) Como se a acidificação dos oceanos e as mudanças climáticas não estivessem incomodando o bastante (sendo que ambos os fenômenos são causados pelo aumento das emissões de carbono), uma nova pesquisa publicada na revista Nature descobriu que a acidificação dos oceanos acabará por agravar o aquecimento global, aumentando ainda mais a temperatura da Terra.


Terá o Brasil virado costas às suas políticas ambientais progressivas?
(02/26/2014) No ano passado, o Brasil voltou atrás em partes cruciais do seu importante Código Florestal, deixando potencialmente abertas para a destruição, vastas faixas de floresta; apesar da condenação internacional e dos conflitos com os povos indígenas, está também a avançar a futura construção de uma série de barragens no Amazonas, incluindo a infame Belo Monte. Entretanto um novo projecto de lei propõe um alargamento das actividades de mineração em larga escala nas zonas protegidas. Um novo artigo, publicado no jornal de acesso livre da mongabay.com, Tropical Conservation Science, argumenta que o Brasil rejeitou o seu admirável pacote de legislação ambiental, colocando em perigo centenas de milhares de espécies, no país com maior biodiversidade do planeta.


Próxima grande ideia na conservação florestal? Usar drones para flagrar caçadores e monitorar florestas
(02/21/2014) No sopé do Himalaia, elefantes, rinocerontes e tigres se movimentam nas florestas verdes. Proteger e monitorar esses animais e a saúde das florestas tropicais pelo mundo é um desafio significativo, que muitas vezes exige grandes quantidades de tempo, dinheiro e riscos. Felizmente, uma nova ferramenta acessível está surgindo na esfera da conservação: veículos aéreos autônomos, ou drones.


Degradação ambiental leva a crise na saúde pública, diz pesquisa
(02/21/2014) Uma abordagem “sistemática e abrangente” é necessária para entender o impacto do comportamento humano na saúde pública do mundo, de acordo com um novo relatório. Escrito pelo consórcio Heal (Health & Ecosystems Analysis of Linkages – Análises de Vínculos entre Saúde e Ecossistemas), o estudo destaca vários exemplos do impacto na saúde humana da degradação ambiental, incluindo doenças, mortes e até a redução do QI na infância.


Exército Brasileiro enfrenta madeireiros ilegais para proteger tribo quase extinta
(02/17/2014) O Brasil lançou uma campanha militar para expulsar os madeireiros ilegais que trabalham próximo a reserva indígena dos Awá, segundo a Survival International. Habitantes da floresta amazônica no nordeste do Brasil, apenas cerca de 450 Awá, também conhecidos como Guajá, sobrevivem hoje e cerca de um quarto dessa tribo vive em isolamento voluntário.


Taxas De Desmatamento Para Países Amazônicos Fora Do Brasil
(02/12/2014) Pesquisadores da Terra-i e equipe InfoAmazonia de O-Eco desenvolveram mapas atualizados de coberturas florestais para a Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. Os resultados revelam uma tendência de aumento no desmatamento de florestas desde 2004.


Cientistas flagram jiboia devorando um bugio (fotos)
(02/07/2014) Em feito inédito, cientistas fotografaram e filmaram uma jiboia (Boa constrictor) atacando e devorando inteira uma fêmea de macaco bugio, um dos maiores primatas do Novo Mundo, pesando cerca de 4 kg. Esse raro evento de predação foi gravado em um pequeno fragmento florestal (2,5 hectares) no estado de Rondônia por Erika Patricia Quintino, pesquisadora da PUC do Rio Grande do Sul.


Caça e desmatamento pode ameaçar em longo prazo a saúde das florestas do Congo acabando com os animais-chave
(02/07/2014) A caça insustentável de elefantes, gorilas, antílopes e outros dispersadores de sementes pode ter impactos em longo prazo na saúde e resiliência das florestas tropicais da bacia do Congo, adverte um estudo publicado hoje em uma edição especial da revista Philosophical Transactions of The Royal Society B.


Satélite revela plantação de 1000 hectares de óleo de palma escondidos na floresta amazônica peruana
(02/07/2014) No Peru, um oficial regional florestal se mostrou surpreso com o repentino aparecimento de uma plantação de 1.000 hectares de óleo de palma no coração da floresta amazônica, reporta o La Region.


Óleo de palma é já a principal causa de desflorestação na Indonésia
(02/06/2014) A conversão de florestas para a produção de óleo de palma parece ser actualmente o maior motor de desflorestação na Indonésia, representando cerca de um quarto da perda florestal entre 2009 e 2011, afirma um novo relatório da Greenpeace que acusa o principal órgão de certificação do sector de não travar a destruição da floresta.


Proibição de desmatamento funciona na Costa Rica
(02/04/2014) A proibição da Costa Rica ao desmatamento das florestas maduras parece favorecer a expansão da agricultura em áreas não-florestais, revela um estudo publicado hoje no jornal Environmental Research Letters. A pesquisa, que foi conduzida por Matthew Fagan, da Universidade de Columbia, se baseia numa análise de dados de satélite validadas com visitas a locais de campo nas terras baixas do norte da Costa Rica. O estudo revelou que desde que a Costa Rica implementou a proibição à conversão de florestas maduras em 1996, a taxa anual de desmatamento caiu 40%, apesar do boom da agricultura na região. Os resultados sugerem que a Costa Rica está intensificando a produção agrícola enquanto preserva as florestas.


O Yasuní ainda poderia ser poupado da perfuração de petróleo
(01/29/2014) Em 15 de agosto, quando o presidente equatoriano Rafael Correa anunciou que estava desistindo de um programa inovador para poupar três blocos do Parque Nacional Yasuní da perfuração de petróleo, parecia que o mundo estava se desfazendo da maior parte da biodiversidade de seu ecossistema. No entanto, grupos ambientalistas e ativistas responderam de imediato que poderia haver outro meio para manter as companhias de petróleo longe dos blocos Ishpingo-Tambococha-Tiputini (ITT) do Yasuní: um referendo nacional


População de Lêmures, recém descobertos em Madagascar, se reduzem a 50 indivíduos (foto)
(01/29/2014) Pesquisadores descobriram novas — e significamente em extinção— espécies de lêmures na Ilha de Madagascar. O primata é formalmente descrito no periódico Molecular Phylogenetics and Evolution.


Problemas com pesticidas na Amazônia
(01/28/2014) À medida que a população mundial aumenta e a expansão da agricultura se estende além das fronteiras dos habitats naturais tropicais, os pesquisadores estão trabalhando arduamente para entender os impactos nas florestas tropicais e na biodiversidade global. Mas um impacto óbvio nessas fronteiras agrícolas tem sido pouco estudado: pesticidas. Contudo, um novo estudo que procura esclarecer o problema foi publicado na revista Philosophical Transactions, da Royal Society B.


Cientistas descobrem uma nova espécia de felino no Brasil
(01/20/2014) Em termos de família, os felinos são dos animais mais bem estudados no planeta, mas isso não significa que estes carnívoros não continuem a supreender-nos. Cientistas anunciaram hoje a fantástica descoberta de uma nova espécie de felino, há muito confundida com outra. Ao analisar os dados moleculares de pequenos felinos no Brasil, os investigadores descobriram que o gato do mato pequeno- também conhecida na América Central como oncilla- são, na realidade, duas espécies diferentes. A nova espécie foi designada de Leopardus guttulus e pode ser encontrada na Floresta Atlântica no Sul do Brasil, enquanto que a outra Leopardus tigrinus pode ser encontrada nos ecosistemas do cerrado e caatinga, no nordeste brasileiro.


Chineses perdem 2,5 mil milhões de anos de esperança de vida em resultado da queima de carvão
(01/09/2014) Os chineses que habitam a norte do Rio Huai irão perder um total de 2,5 mil milhões de anos de esperança de vida em resultado do uso extensivo de carvão na região, conclui um novo estudo editado pela publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidoses (PNAS).


Florestas Tropicais Úmidas

Florestas Tropicais do Mundo
As florestas tropicais são um mundo como nenhum outro; e sua importância para o ecossistema global e para a existência humana é primordial. Incomparável em termos de sua diversidade biológica, as florestas tropicais são uma reserva natural de diversidade genética que oferece uma rica fonte de plantas medicinais, alimentos de subisistência, e uma miríade de outros produtos florestais úteis. Elas são um habitat importante para animais migratórios e sustentam aproximadamente 50 por cento das espécies na Terra, bem como um grande número de culturas indígenas diversas e únicas. As florestas tropicais tem um papel elementar na regulação global do clima além de manter a regularidade das chuvas, enquanto proteção contra inundações, secas e erosão. Elas armazenam vastas quantidades de carbono ao produzir uma quantidade significativa de oxigênio para o mundo.

Estrutura das Florestas Tropicais
As florestas tropicais no mundo todo são bastante diversificadas, mas várias dividem as mesmas características incluindo clima, precipitação, estrutura dossel, complexo de relações simbióticas, e uma diversidade de espécies. Cada floresta tropical não necessariamente precisa estar conformidade com estas características e a maioria dessas florestas tropicais húmidas não têm limites claros, mas podem se misturar com adjacente manguezal florestal, floresta úmida, florestas montanhosas, ou floresta tropical deciduous.

Diversidade das Florestas Tropicais
Embora cubram menos de 2 por cento da superfície da Terra, estima-se que eles cobrem 50 por cento de toda a vida no planeta. O imenso número de criaturas que habitam as florestas húmidas tropicais são tão grandes-um número estimado 5-50 milhões de espécies-que são quase incompreensíveis. O vasto leque de números por si só sugere a extensão limitada do nosso conhecimento dessas florestas. Por exemplo, as florestas temperadas são frequentemente dominadas por uma meia dúzia de espécies arbóreas ou menos que compõem 90 por cento das árvores da floresta, uma floresta tropical pode ter mais de 480 espécies de árvores em um único hectare (2,5 hectares). Um único arbusto na Amazônia pode ter mais espécies de formigas do que toda a Ilha Britânica. Esta diversidade das florestas tropicais aleatória não é um evento, mas é o resultado de uma série de circunstâncias únicas.

O Dóssel das Florestas Tropicais
Estima-se que 70-90 por cento da vida na floresta existe nas árvores, acima do solo sombreado da floresta. Floresta tropical primária é verticalmente dividida em, pelo menos, cinco camadas: o céu da floresta, o copa, o sub, a camada arbustivas, e o chão da floresta. Cada camada tem a sua própria espécie animais e vegetais interagindo com o ecossistema à sua volta. O céu refere-se à coroas de árvores emergentes que sobe de 20-100 metros acima do resto do dossel. A copa é o denso limite de árvores espaçadas e seus galhos, enquanto o sub é mais amplamente espaçados, pequenas espécies arbóreas el indivíduos que formam uma camada quebrada abaixo do dossel. A camda arbustiva é caracterizada por espécies de arbustos e pequenas árvores que crescem somente 5-20 pés acima do solo. O solo da floresta é camada de solo da floresta constituído pelos troncos de árvores, fungos, e de baixo crescimento vegetativo. Estas camadas nem sempre são distintas e podem variar de floresta pra floresta, mas servem como um bom modelo de estrutura vegetativa e mecânica da floresta.

O Solo da Floresta
O solo da floresta tropical primária raramente é o grosso, selvas emaranhadas de aventuras e histórias. É muito pelo contrário: o solo é relativamente claro de vegetação devido à profunda escuridão criado por 100 pés (30 m) acima do dossel vegetação. O dossel não apenas bloqueia a luz solar, mas também vento e chuva. Um visitante da floresta tropical durante uma chuva irá normalmente não sentir imediatamente a chuva caindo, porque muito da chuva se desvia e recolhidas por diversas plantas do dossel. O bloqueio de vento pela copa torna a o chão da floresta um lugar calmo onde só a mínima brisa sopra durante tempestades tropicais. Ao fazer caminhadas na floresta tropical primária uma lanterna pode ser mais útil do que um machete uma vez que o ambiente de iluminação moderada limita o crescimento do terreno. Em vez vegetação asfixiada, o visitante vai encontrar grandes troncos de árvore, intercaladas por vinheiras e lianas, e inúmeras mudas e arbustos e um número relativamente pequeno de plantas terrestres.

Águas das Florestas Tropicais
Florestas tropicais têm alguns dos maiores rios do mundo, como o Rio Amazonas, Madeira, Mekong, Negro, Orinoco, e Zaire (Congo), por causa da enorme quantidade de precipitação que suas bacias hidrográficas recebem. Estes rios enormes são alimentados por inúmeros pequenos afluentes, córregos e riachos. Por exemplo, o Amazonas sozinho tem 1.100 afluentes 1100, 17 dos quais tem mais 1.000 quilómetros de extensão. Embora grandes rios tropicais são bastante uniformes na aparência e composição da água, os seus afluentes variam enormemente. Muitos rios e riachos tropicais possuem extremo altos e baixos níveis de águas que ocorrem em diferentes partes do ano.

Povos das Florestas Tropicais
Povos de Florestas Tropicais Florestas tropicais têm sido o lar para povos indígenas que têm moldado as civilizações e culturas baseadas no ambiente em que vivem. Grandes civilizações como os maias, incas, e Aztecas desenvolveram sociedades complexas e fez grandes contribuições para a ciência. Viver com a natureza e a falta de tecnologia para dominar seu ambiente, os povos nativos aprenderam a assistir seus arredores e compreender os meandros da floresta. Durante gerações essas pessoas aprenderam a importância de viver dentro de seu ambiente e chegaram a contar com os inúmeros benefícios que as florestas podem fornecer.

Forças por trás da Perda das Florestas Tropicais
Como as primeiras sete seções deste site tem descrito, florestas tropicais são incrivelmente ricas ecossistemas que desempenham um papel fundamental no funcionamento básico do planeta. Florestas tropicais são provavelmente o lar de 50 por cento das espécies do mundo, tornando-as uma extensa biblioteca de recursos biológicos e genéticos. Além disso, florestas tropicais ajudam a manter o clima, são regulamentadores de gases atmosféricos e estabilizadores de chuva, protegem contra a desertificação, e fornecem inúmeras outras funções ecológicas.

Consequências Globais dos Desmatamentos dos Trópico
Florestas Tropicais em todo o mundo continuam a diminuir. Será que realmente fazem a diferença? Por que alguém deveria se importar se algumas plantas, animais, cogumelos, e microorganismos perecerem? Florestas tropicais são frequentemente quente e úmidas, difíceis de alcançar, cheias de insetos, e têm vida selvagem fugaz.

Como Salvar as Florestas Tropicais
Hoje tropicais florestas tropicais estão desaparecendo da face da Terra. Apesar da crescente preocupação internacional, florestas tropicais continuam a ser destruídas a um ritmo superior a 80000 hectares (32000 hectares) por dia. A cobertura mundial de florestas tem em cerca de 2,5 milhões de milhas quadradas (6 milhões de quilômetros quadrados), sobre uma área do tamanho da contíguas 48 Estados Unidos ou Austrália e representando cerca de 5 por cento da superfície terrestre do mundo. Grande parte dessa área restante foi impactado por atividades humanas e já não mantém a sua plena biodiversidade original.

Peixe tropical

Prefácio
Introdução
Anatomia do Peixe
Química da Água
O Aquário
Aquário decorações
Manutenção do aquário
Plantas aquáticas
Comida do Peixe
Tratamento de doenças dos peixes
Saúde dos peixes
Como criar peixes
Conservação


Inglês


Para crianças







MADAGASCAR

Parte 01: Introdução
Parte 02: Geografia
Parte 03: Clima
Parte 04: Povo
Parte 05: História
Parte 06: Economia
Parte 07: Vida selvagem
Parte 08: Vida selvagem - lémures
Parte 09: Vida selvagem - carnívoros
Parte 10: Vida selvagem - mamíferos
Parte 11: Vida selvagem - pássaros
Parte 12: Vida selvagem - sapos
Parte 13: Vida selvagem - répteis
Parte 14: Vida selvagem - lagartos
Parte 15: Vida selvagem - cobras
Parte 16: Vida selvagem - peixes
Parte 17: Vida selvagem - invertebrados
Parte 18: Flora
Parte 19: Meio Ambiente
Parte 20: Meio Ambiente – desmatamento
Parte 21: Meio Ambiente – queimadas
Parte 22: Meio Ambiente – erosão
Parte 23: Meio Ambiente – exploração descontrolada
Parte 24: Meio Ambiente – espécies intrusas
Parte 25: Proteção do Meio Ambiente
Parte 26: Quiz


Fotos


Argentina



Austrália



Belize



Butão



Botsuana



Brasil



Birmânia



Califórnia



Camboja



China



Colômbia



Costa Rica



Croácia



Equador



Gabão



Grand Canyon



Guatemala



Honduras



Islândia



Índia



Indonésia



Itália



Jordânia



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Quênia



Laos



Madagascar



Malásia



Maui



México



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Nova Zelândia



Panamá



Peru



Eslovênia



Suriname



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Utah



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© Rhett Butler 2010