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Notícias ambientais

Florestas tropicais precisam de financiamento massivo, mas REDD deve ser bem elaborado para ter sucesso
(01/26/2012) O mecanismo proposto para reduzir as emissões de gases do efeito estufa protegendo as florestas tropicais evoluiu consideravelmente desde que começou a ganhar força durante as negociações climáticas de 2005 em Montreal. Conhecido na época como “desmatamento evitado”, o conceito era simples: pagar países com florestas tropicais para manterem suas árvores em pé.


A desflorestação pode ser travada até 2020
(01/26/2012) Se os governos se comprometerem no programa internacional para salvar as florestas conhecido como REDD+, a desflorestação poderá ser reduzida quase a zero em menos de uma década, argumenta o World Wildlife Fund (WWF) no Relatório das Florestas Vivas. O REDD+, que significa Emissões Reduzidas provenientes da Desflorestação e Degradação, é um programa que pagaria às nações em vias de desenvolvimento a preservação as suas florestas, devido à sua capacidade de sequestrar o carbono da atmosfera.


UN afirma que a cobertura florestal mundial é inferior ao estimado
(01/26/2012) De acordo com uma nova avaliação baseada em dados de satélite, que substitui o sistema de relatórios anteriormente usado pela Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), o coberto florestal mundial, bem como a perda de floresta, é menor do que o previamente estimado.


O rinoceronte Vietnamita está extinto
(01/26/2012) Em 2009 os caçadores furtivos alvejaram e mataram o último rinoceronte vietnamita (Rhinoceros sondaicus annamiticus), uma subespécie do rinoceronte de Java, confirma um relatório da Fundação Internacional do Rinoceronte (IRF) e do World Wildlife Fund (WWF). O rinoceronte vietnamita era o último rinoceronte de Java a viver no continente asiático e a segunda subespécie a desaparecer, após a extinção do rinoceronte indiano de Java (rhinoceros sondaicus inermis). O rinoceronte de Java é a espécie de rinoceronte em maior risco de extinção, contando apenas com cerca de 50 indíviduos num único parque na ilha Indonésia com a qual partilha o nome.


Atuais estimativas de emissão aumentarão temperatura em 3,5 graus Celsius
(12/31/2011) Uma nova pesquisa anunciada na 17ª Conferência Climática da ONU em Durban, África do Sul, descobriu que sob as atuais promessas de redução de emissões de gases do efeito estufa a temperatura aumentará em 3,5 graus Celsius em relação aos níveis históricos, relatou a AFP. Isso é quase o dobro da promessa mundial das nações de manter o aquecimento abaixo dos dois graus Celsius. O relatório confronta argumentos recentes dos EUA e de outros em Durban de que as promessas atuais são adequadas até 2020.


Amando a anta: um projecto de conservação pioneiro para o maior animal da América do Sul
(12/14/2011) Comparado com alguma da megafauna mais emblemática da América do Sul- como o jaguar, a anaconda e a harpia- a anta não recebe o mesmo carinho. É uma pena. Por um lado, são o maior animal terrestre do continente Sul Americano, ultrapassando quer o jaguar quer o lama. Por outro lado eles têm um papel significativo no seu ecossistema: promovem a dispersão de sementes, modificam habitats e são presa periódica para os grandes predadores. As antas são ainda os últimos sobreviventes da família megafauna que vagueou em grande parte do Hemisfério Norte incluindo a América do Norte, e os seus números só diminuíram durante a extinção do Pleistoceno. Por último, aqueles que foram afortunados para testemunharem a tímida anta no seu ambiente natural, sabem que há algo místico e antigo nestas criaturas de aparência estranha.


Criado novo sistema que prevê a seca e incêndio na Amazônia .
(11/17/2011) Pesquisadores criaram um novo modelo que antecipa quando haverá seca e incêndio na floresta Amazônica. A pesquisa, que usou registro de precipitações datados desde 1970 e focos de incêndio feitos pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) em satélites da NASA , encontraram uma forte relação entre a temperatura da superfície marítima da Terra na parte norte do Atlântico e a subsequente seca no Oeste da Amazônia. A seca na Amazônia é cada vez mais associada à incêndios na floresta criados por agricultores e criadores de gado que desmatam a terra.


Desafios para os sete bilhões de superconsumidores
(11/17/2011) Talvez a coisa mais perturbadora sobre o Halloween este ano não são os duendes ou monstros tomando conta das ruas, mas um bebe nascido em alguma parte do mundo. A culpa não é do bebe ou de seus pais, claro, mas esta criança se tornará parte um marco artificial, porém importante: segundo a ONU, a pessoa de número sete bilhões nasceu nesta segunda-feira (31).


Consumo de carne salta 20 por cento na última década com super-dimensionados impactos ambientais
(11/17/2011) O consumo de carne e a sua produção continuam em ascensão, segundo um novo relatório do Worldwatch Institute, com grandes impactos ambientais, especialmente ligados à propagação do cultivo industrial. Segundo o relatório, a produção mundial de carne triplicou desde 1970, e saltou 20 por cento desde 2000, com o aumento do consumo significativamente mais rápido do que a população global.


Vazamento de petróleo na Nova Zelândia já matou mais de 1200 aves
(11/02/2011) Segundo o governo da Nova Zelândia, o vazamento de petróleo de um container perfurado na Baía Plenty já matou 1.250 aves e centenas estão em centros de resgate. Todavia, conservacionistas alegam que os números são muito maiores, com grande parte das aves contaminadas simplesmente desaparecendo no oceano.


A passagem noroeste abre à medida que os níveis de gelo caem para o valor mais baixo alguma vez registado
(11/02/2011) A cobertura de gelo no mar Ártico caiu para o mais baixo nível registado, relatam os investigadores da Universidade de Bremen. Ao analisar dados do satélite Aqua da NASA, Georg Heygster e os seus colegas descobriram que o gelo no mar Ártico caiu para um nível recorde de 4.24 milhões de quilómetros quadrados no dia 8 de Setembro, cerca de 27000 quilómetros quadrados inferior ao anterior recorde, estabelecido à cerca de quatro anos.


Administração Obama abre mais espaço à perfuração no Ártico
(10/19/2011) Cerca de 500 arrendamentos da administração Bush de petróleo e gás no Ártico foram reiniciados nesta semana pela administração Obama. Conhecido como Arrendamento Chukchi 193, os vários arrendamentos foram suspensos no tribunal após grupos ambientais e indígenas os terem processado, alegando uma falta significante de informação básica sobre o ecossistema do Mar de Chukchi. A administração Obama diz agora que muitas lacunas sobre o ecossistema não precisam ser preenchidas, mas os indígenas do Ártico e os grupos ambientais discordam.


EUA trocam dívida por preservação florestal na Indonésia
(10/19/2011) Os EUA estão perdoando US$ 28,5 milhões em dívidas da Indonésia por esforços de preservação florestal em Kalimantan, na Bornéu indonésia. O programa de dívida para a natureza é parte do Ato de Conservação de Florestas Tropicais dos EUA (TFCA).


Fazendeiros estão usando o Agente Laranja para desmatar a Amazônia
(10/05/2011) 180 hectares de floresta tropical na Amazônia brasileira foi desfolhada usando uma potente mistura de herbicidas pulverizada por avião de acordo com o IBAMA (Instituto brasileiro do meio ambiente).


62% do solo desflorestado da Amazónia é transformado em pastagem
(10/05/2011) Até 2008, 62 por cento da área desflorestada da Amazónia Brasileira era ocupada por pastagens para gado, esta é a conclusão de uma análise baseada em novos dados de satélite, efectuada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA).


O projecto de Richard Branson para criar lémures é uma péssima ideia
(10/05/2011) Comentário por Rhett A. Butler. O plano de Richard Branson de introduzir lémures numa das suas ilhas privadas das Caraíbas é uma péssima ideia, se de facto o que ele pretende é proteger estes primatas da extinção.


Califórnia avança para banir comércio de barbatana de tubarão
(09/11/2011) A Califórnia deu um passo a frente para banir a venda e comércio de barbatana de tubarão com a aprovação na quinta-feira do projeto de lei 376 no Senado. Dependendo agora da assinatura do governador para virar lei, o PL, foi aprovado por 25 a 9 votos.


A Ciência tem ficado fora do debate do Código Florestal no Brasil
(08/29/2011) A recente pressão para alterar o código florestal no Brasil tem emergido como uma das questões políticas mais controversas do país, colocando o agronegócio contra ambientalistas que tentam preservar a floresta amazônica. Embora a lei tenha sido muitas vezes ignorada, historicamente o código florestal exigiu dos proprietários rurais a manutenção de uma proporção substancial de cobertura florestal natural em suas propriedades. Embora ambos os lados afirmem estar baseando suas recomendações na "melhor ciência" disponível, os cientistas brasileiros dizem que não tiveram muita voz no debate. Na verdade, diz Antonio Donato Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, "Ao longo da gestação das revisões na lei florestal o Congresso não convidou nem comissionou uma contribuição coordenada e séria da comunidade científica."


O copo está meio cheio: a conservação têm feito a diferença
(08/21/2011) Não se desespere: essa é a mensagem de um novo documento do jornal Tendências na Ecologia e Evolução, que argumenta que as ações de décadas de conservação, em múltiplas escalas, tiveram um impacto positivo para muitas das espécies ameaçadas no mundo. Embora tais ações ainda não tenham compensado a maré da atual crise de extinção em massa, elas atingiram um êxito notável que frequentemente se perde em meio ao pessimismo de novas histórias sobre o declínio da biodiversidade. De acordo com o documento, ações de conservação ocorrem em três escalas. A conservação em microescala se foca em uma única espécie ou ecossistema; a mesoescala é a cooperação de conservação entre alguns países, como esforços para limitar o comércio ilegal de vida selvagem ou proteger várias espécies; e a macroescala abrange organizações ou campanhas mundiais, como as que pressionam corporações multinacionais a se tornarem favoráveis à biodiversidade.


Foto do dia: Indígenas celebram seu Dia Internacional
(08/21/2011) Na terça-feira (09) foi o Dia Internacional dos Povos Indígenas e para celebrar estas culturas, o portal Mongabay juntou uma série de fotos de grupos ao redor do mundo.


Ártico é aberto para exploração de petróleo: A administração Obama dá aprovação a Shell para a extração de petróleo
(08/21/2011) Menos de um ano e meio após o vazamento de petróleo no Golfo do México, a administração Obama ignorou alertas de ambientalistas e deu aprovação preliminar para a gigante do petróleo, Royal Dutch Shell, explorar a costa do Ártico. Perfurações exploratórias serão realizadas ao norte da borda ocidental do Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico no Mar de Beaufort, que abriga as baleias Beluga, focas, leões marinhos, ursos polares e uma variedade ampla de aves migratórias.


Grande empresa de papel desflorestando um habitat importante para os tigres
(08/07/2011) Um fornecedor de celulose de uma grande empresa está fazendo derrubadas em uma floresta, num corredor de vida selvagem no centro da Sumatra, como alega uma nova investigação conduzida por Eyes in the Forest, uma aliança de grupos ambientais.


Áreas protegidas cobrem 44% da Amazónia Brasileira
(07/31/2011) Perto de 44% da Amazônia Brasileira é agora protegida — uma área superior à da Gronelândia — mas sofrem de actividade humana e gestão fraca, reporta um novo estudo por Imazon e o Instituto Socioambiental (ISA). O estudo, publicado em Português, diz que, em Dezembro de 2010, as áreas protegidas na Amazónia Brasileira amontavam a 2.197.487 quilómetros quadrados. Pouco mais de metade da área (50,6%) é composta por Unidades de Conservação como parques nacionais, enquanto territórios indígenos representam 49,4%.


Adeus parques nacionais: quando áreas protegidas 'eternamente' estão sob ataque
(07/31/2011) Um dos princípios fundamentais por trás da criação de parques nacionais, ou de áreas protegidas, é que estes não venham a desaparecer, mas permanecer em essência além da pressão da sociedade humana e ser apreciado pelas gerações atuais enquanto sendo preservado para as gerações futuras. A área protegida é um presente, de certa forma, dada por uma sábia geração à outra. No entanto, no mundo real, dominado por raciocínio de curto prazo, áreas protegidas pelo governo não são 'inalienáveis', como Abraham Lincoln acreditava no começo; mas acabam por descobrir-se defrontando diminuição, perdendo proteção legal, ou, em alguns casos, sendo completamente abolidas. O primeiro estudo desta condição "Conservation Letters"(Cartas de Conservação), registrou 89 instancias em 27 países onde as áreas protegidas estavam sendo diminuídas (encolhidas), rebaixadas (diminuição de proteção jurídica), esquecidas (abolição) desde 1900. Referida a tais pelos autores como PADDD (sigla em inglês que significa: áreas protegidas que são rebaixadas, diminuídas em tamanho ou abolidas), apesar de seu grande impacto nos esforços por conservação esta tendência tem sido pouco estudada.


Imagens do Dia da Terra: Ano Internacional das Florestas
(07/22/2011) Nos meus quase 12 anos na gestão da mongabay.com tenho tido a sorte de visitar florestas espectaculares em todo o mundo. Por isso, neste Dia da Terra, em vez de escrever um artigo forte (o Jeremy fez um excelente trabalho no seu post sobre o Dia da Terra reconhecendo o valor do que a natureza nos dá), vou apenas adicionar as minhas fotografias preferidas, das florestas que visitei, que tirei nas minhas viagens.


A procura de ouro está a conduzir à desflorestação da região Amazónica no Perú
(07/14/2011) A desflorestação está a aumentar na região Peruviana de Madre de Dios devido às minas de ouro pequenas, perigosas e ilegais. Em algumas áreas, a perda de floresta aumentou quase 6 vezes. Mas a perda de floresta é apenas o início; esta exploração mineira, que não é regulada, está a libertar mercúrio para o ar, solo e água, contaminando a região e colocando as pessoas em perigo. Ao utilizar imagens de satélite da NASA, os cientistas foram capazes de seguir a desflorestação devido à exploração mineira artesanal de ouro no Peru. De acordo com um estudo publicado na PLos ONE, dois grandes locais de mineração causaram a perda de 7.000 hectares de floresta (15.200 acres)- uma área maior que as Bermudas- entre 2003 e 2009.


O que a natureza nos oferece? Um artigo especial ao Dia da Terra
(07/01/2011) Não há dúvidas de que o Planeta Terra tem sido um Planeta generoso. Tudo o que humanos precisam para sobreviver e prosperar tem sido providenciado naturalmente pelo mundo que nos rodeia: alimentos, água, plantas medicinais, materiais para construção de abrigo, e até ciclos naturais, tais como o clima e as nutrientes. Cientistas têm nomeado tais presentes como os serviços ecossistémicos, no entanto o reconhecimento de tais serviços nos fazem voltar a umas centenas de anos atrás, e talvez até antes destes centenas, se é que alguém considera as pinturas em cavernas em Lascaux como evidência. Agora, estamos tão desconectados do mundo natural que é fácil—e várias vezes conveniente—esquecermos que a natureza permanece generosa como sempre, mesmo enquanto está desaparecendo pouco a pouco. O aumento tecnológico e industrial pode ter nos distanciado superficialmente da natureza, mas não tem mudado nossa dependência do mundo natural: a maioria do que usamos e consumimos diariamente são produtos-resultado de multidões de interações depois de extraídos da natureza, e muitas destas interações estão em perigo. Além de bens físicos, o mundo natural providencia menos tangíveis, mas mesmo assim importantes, presentes em termos de beleza, arte e espiritualidade.


Empresas Indonésias de pasta e produtos de papel instadas a salvar 1.2M ha de floresta que estão em vias de desaparecer
(06/08/2011) Os grupos ambientais Indonésios lançaram um apelo às duas empresas nacionais de pasta e produtos de papel, para não desbastarem 800,000 hectares de floresta e turfeiras nas suas concessões em Sumatra. A Eyes on the Forest, uma coligação de ONGs Indonésias, publicou um mapa onde é visível que a Asia Pulp and Paper (APP) e a Asia Pacific Resources International Limited (APRIL) controlam blocos de terra que equivalem a 31% da floresta remanescente na província de Riau, uma das mais florestadas províncias Indonésias. Grande parte desta floresta cresce em solos profundamente turfosos, que libertam grandes quantidades de carbono quando drenadas e limpas para explorações de madeira.


Imagens de satélite pré e pós tsunami
(06/08/2011) O Google publicou imagens de satélite que revelam a devastação causada pelo tsunami de 11 de Março no Japão.


Protestos violentos se seguem à aprovação de projeto de grande barragem na Patagônia
(06/01/2011) Os rios selvagens da Patagônia podem brevemente nunca mais serem os mesmos. Na última semana, a Comissão de Avaliação Ambiental de Aysén, no Chile, aprovou a avaliação ambiental de cinco propostas de represas em dois rios. A aprovação, no entanto, está mergulhada em controvérsia e causou protestos em muitas cidades, incluindo Santiago. Críticos afirmam que a série de diques destruirá uma grande região intacta da Patagônia.


Florestas Tropicais Úmidas

Florestas Tropicais do Mundo
As florestas tropicais são um mundo como nenhum outro; e sua importância para o ecossistema global e para a existência humana é primordial. Incomparável em termos de sua diversidade biológica, as florestas tropicais são uma reserva natural de diversidade genética que oferece uma rica fonte de plantas medicinais, alimentos de subisistência, e uma miríade de outros produtos florestais úteis. Elas são um habitat importante para animais migratórios e sustentam aproximadamente 50 por cento das espécies na Terra, bem como um grande número de culturas indígenas diversas e únicas. As florestas tropicais tem um papel elementar na regulação global do clima além de manter a regularidade das chuvas, enquanto proteção contra inundações, secas e erosão. Elas armazenam vastas quantidades de carbono ao produzir uma quantidade significativa de oxigênio para o mundo.

Estrutura das Florestas Tropicais
As florestas tropicais no mundo todo são bastante diversificadas, mas várias dividem as mesmas características incluindo clima, precipitação, estrutura dossel, complexo de relações simbióticas, e uma diversidade de espécies. Cada floresta tropical não necessariamente precisa estar conformidade com estas características e a maioria dessas florestas tropicais húmidas não têm limites claros, mas podem se misturar com adjacente manguezal florestal, floresta úmida, florestas montanhosas, ou floresta tropical deciduous.

Diversidade das Florestas Tropicais
Embora cubram menos de 2 por cento da superfície da Terra, estima-se que eles cobrem 50 por cento de toda a vida no planeta. O imenso número de criaturas que habitam as florestas húmidas tropicais são tão grandes-um número estimado 5-50 milhões de espécies-que são quase incompreensíveis. O vasto leque de números por si só sugere a extensão limitada do nosso conhecimento dessas florestas. Por exemplo, as florestas temperadas são frequentemente dominadas por uma meia dúzia de espécies arbóreas ou menos que compõem 90 por cento das árvores da floresta, uma floresta tropical pode ter mais de 480 espécies de árvores em um único hectare (2,5 hectares). Um único arbusto na Amazônia pode ter mais espécies de formigas do que toda a Ilha Britânica. Esta diversidade das florestas tropicais aleatória não é um evento, mas é o resultado de uma série de circunstâncias únicas.

O Dóssel das Florestas Tropicais
Estima-se que 70-90 por cento da vida na floresta existe nas árvores, acima do solo sombreado da floresta. Floresta tropical primária é verticalmente dividida em, pelo menos, cinco camadas: o céu da floresta, o copa, o sub, a camada arbustivas, e o chão da floresta. Cada camada tem a sua própria espécie animais e vegetais interagindo com o ecossistema à sua volta. O céu refere-se à coroas de árvores emergentes que sobe de 20-100 metros acima do resto do dossel. A copa é o denso limite de árvores espaçadas e seus galhos, enquanto o sub é mais amplamente espaçados, pequenas espécies arbóreas el indivíduos que formam uma camada quebrada abaixo do dossel. A camda arbustiva é caracterizada por espécies de arbustos e pequenas árvores que crescem somente 5-20 pés acima do solo. O solo da floresta é camada de solo da floresta constituído pelos troncos de árvores, fungos, e de baixo crescimento vegetativo. Estas camadas nem sempre são distintas e podem variar de floresta pra floresta, mas servem como um bom modelo de estrutura vegetativa e mecânica da floresta.

O Solo da Floresta
O solo da floresta tropical primária raramente é o grosso, selvas emaranhadas de aventuras e histórias. É muito pelo contrário: o solo é relativamente claro de vegetação devido à profunda escuridão criado por 100 pés (30 m) acima do dossel vegetação. O dossel não apenas bloqueia a luz solar, mas também vento e chuva. Um visitante da floresta tropical durante uma chuva irá normalmente não sentir imediatamente a chuva caindo, porque muito da chuva se desvia e recolhidas por diversas plantas do dossel. O bloqueio de vento pela copa torna a o chão da floresta um lugar calmo onde só a mínima brisa sopra durante tempestades tropicais. Ao fazer caminhadas na floresta tropical primária uma lanterna pode ser mais útil do que um machete uma vez que o ambiente de iluminação moderada limita o crescimento do terreno. Em vez vegetação asfixiada, o visitante vai encontrar grandes troncos de árvore, intercaladas por vinheiras e lianas, e inúmeras mudas e arbustos e um número relativamente pequeno de plantas terrestres.

Águas das Florestas Tropicais
Florestas tropicais têm alguns dos maiores rios do mundo, como o Rio Amazonas, Madeira, Mekong, Negro, Orinoco, e Zaire (Congo), por causa da enorme quantidade de precipitação que suas bacias hidrográficas recebem. Estes rios enormes são alimentados por inúmeros pequenos afluentes, córregos e riachos. Por exemplo, o Amazonas sozinho tem 1.100 afluentes 1100, 17 dos quais tem mais 1.000 quilómetros de extensão. Embora grandes rios tropicais são bastante uniformes na aparência e composição da água, os seus afluentes variam enormemente. Muitos rios e riachos tropicais possuem extremo altos e baixos níveis de águas que ocorrem em diferentes partes do ano.

Povos das Florestas Tropicais
Povos de Florestas Tropicais Florestas tropicais têm sido o lar para povos indígenas que têm moldado as civilizações e culturas baseadas no ambiente em que vivem. Grandes civilizações como os maias, incas, e Aztecas desenvolveram sociedades complexas e fez grandes contribuições para a ciência. Viver com a natureza e a falta de tecnologia para dominar seu ambiente, os povos nativos aprenderam a assistir seus arredores e compreender os meandros da floresta. Durante gerações essas pessoas aprenderam a importância de viver dentro de seu ambiente e chegaram a contar com os inúmeros benefícios que as florestas podem fornecer.

Forças por trás da Perda das Florestas Tropicais
Como as primeiras sete seções deste site tem descrito, florestas tropicais são incrivelmente ricas ecossistemas que desempenham um papel fundamental no funcionamento básico do planeta. Florestas tropicais são provavelmente o lar de 50 por cento das espécies do mundo, tornando-as uma extensa biblioteca de recursos biológicos e genéticos. Além disso, florestas tropicais ajudam a manter o clima, são regulamentadores de gases atmosféricos e estabilizadores de chuva, protegem contra a desertificação, e fornecem inúmeras outras funções ecológicas.

Consequências Globais dos Desmatamentos dos Trópico
Florestas Tropicais em todo o mundo continuam a diminuir. Será que realmente fazem a diferença? Por que alguém deveria se importar se algumas plantas, animais, cogumelos, e microorganismos perecerem? Florestas tropicais são frequentemente quente e úmidas, difíceis de alcançar, cheias de insetos, e têm vida selvagem fugaz.

Como Salvar as Florestas Tropicais
Hoje tropicais florestas tropicais estão desaparecendo da face da Terra. Apesar da crescente preocupação internacional, florestas tropicais continuam a ser destruídas a um ritmo superior a 80000 hectares (32000 hectares) por dia. A cobertura mundial de florestas tem em cerca de 2,5 milhões de milhas quadradas (6 milhões de quilômetros quadrados), sobre uma área do tamanho da contíguas 48 Estados Unidos ou Austrália e representando cerca de 5 por cento da superfície terrestre do mundo. Grande parte dessa área restante foi impactado por atividades humanas e já não mantém a sua plena biodiversidade original.

Peixe tropical

Prefácio
Introdução
Anatomia do Peixe
Química da Água
O Aquário
Aquário decorações
Manutenção do aquário
Plantas aquáticas
Comida do Peixe
Tratamento de doenças dos peixes
Saúde dos peixes
Como criar peixes
Conservação


Inglês


Para crianças







MADAGASCAR

Parte 01: Introdução
Parte 02: Geografia
Parte 03: Clima
Parte 04: Povo
Parte 05: História
Parte 06: Economia
Parte 07: Vida selvagem
Parte 08: Vida selvagem - lémures
Parte 09: Vida selvagem - carnívoros
Parte 10: Vida selvagem - mamíferos
Parte 11: Vida selvagem - pássaros
Parte 12: Vida selvagem - sapos
Parte 13: Vida selvagem - répteis
Parte 14: Vida selvagem - lagartos
Parte 15: Vida selvagem - cobras
Parte 16: Vida selvagem - peixes
Parte 17: Vida selvagem - invertebrados
Parte 18: Flora
Parte 19: Meio Ambiente
Parte 20: Meio Ambiente – desmatamento
Parte 21: Meio Ambiente – queimadas
Parte 22: Meio Ambiente – erosão
Parte 23: Meio Ambiente – exploração descontrolada
Parte 24: Meio Ambiente – espécies intrusas
Parte 25: Proteção do Meio Ambiente
Parte 26: Quiz


Fotos


Argentina



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