Primeira página | Sobre | Ajuda | Contato | RSS | Twitter
Primeira página |  Notícias ambientais |  Florestas tropicais |  Peixe tropical |  Imagens |  Para crianças  |  Madagascar |  Ajuda  |  Sobre  |  Inglês

Notícias ambientais

O implacável crescimento da população está levando ao aquecimento global e a extinção em massa
(07/14/2014) A humanidade levou cerca de 200.000 anos para chegar a um bilhão de pessoas. Mas, em duzentos anos, nós setuplicamos a população. Na verdade, nos últimos 40 anos, nós adicionamos um bilhão a mais a cada doze anos, aproximadamente. E as Nações Unidas estimam que nós adicionaremos outros quatro bilhões–num total de 11 bilhões–até o final do século. Apesar disso, poucos cientistas, legisladores, ou até mesmo ambientalistas estão dispostos a admitir publicamente que o inacreditável crescimento da população esteja agravando a mudança climática, a perda da biodiversidade, a escassez de recursos, ou a crise ambiental global em geral.


O número de borboletas-monarcas migrantes atinge baixos níveis
(07/11/2014) De acordo com a WWF-México, a população de borboleta-monarca que passou o inverno no México neste ano atingiu o menor nível já registrado. Elas abrangeram apenas 0,67 hectares de floresta no México, uma queda de 44% em comparação à 2012, que já tinha apresentado uma população já perigosamente baixa. Para se ter uma ideia, a abrangência média de monarcas entre 1994 a 2014 foi de 6,39 hectares ou cerca de vezes mais do que a registrada neste ano. Durante anos, os ambientalistas temeram que o desmatamento no México pudesse resultar no fim da migração da borboleta, mas agora os cientistas afirmam que as mudanças agrícolas e políticas nos Estados Unidos e Canadá - inclusive as relativas à produção agrícola derivada de organismos geneticamente modificados (OGM) e à destruição de habitats - estão refreando uma das maiores migrações do mundo.


Uma estratégia decisiva para o lémure: cientistas propõem plano ambicioso para preservar a conservar a família de mamíferos mais ameaçada do mundo
(07/09/2014) Devido às maravilhosas idiossincrasias da evolução, existe um país na Terra que alberga 20% dos primatas de todo o mundo. Ainda mais espantoso, cada um destes primatas - na verdade, uma família inteira distinta - não se encontra em mais nenhum lugar do mundo. O país é, naturalmente, o Madagáscar e os primatas em causa são, naturalmente, os lémures. Mas a remota ilha de Madagáscar, em tempos um porto seguro para experiências evolucionárias, transformou-se num pesadelo ecológico. Superpopulação, pobreza profunda, instabilidade política, agricultura itinerante, abate de árvores para o lucrativo negócio madeireiro e um comércio florescente de carne de animais selvagens colocou 94 por cento dos lémures do mundo sob ameaça de extinção, fazendo deles os mamíferos mais ameaçados do planeta. Mas, com vista a estancar esta rápida marcha em direcção à extinção, os conservacionistas publicaram agora na revista Science um plano de emergência a três anos para preservar trinta importantes florestas de lémures.


Pesca de arrasto: o destrutivo método de pescaria está transformando os leitos dos oceanos em “desertos”
(07/08/2014) A pesca de arrasto é uma prática realizada pela indústria da pesca no mundo todo, na qual uma grande e pesada rede é arrastada ao longo do fundo do oceano para recolher tudo o que estiver em seu caminho. Pesquisas anteriores associaram a pesca de arrasto a impactos ambientais relevantes, como a captura de grandes quantidades de espécies não visadas, chamadas coletivamente de “capturas acessórias”, assim como a destruição de leitos de águas rasas. Uma nova pesquisa publicada em ações pela Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que esse método também está provocando consequências de longo prazo e alcance no fundo do oceano e além.


Rãs são afetadas por estradas para transporte de petróleo na Amazônia
(07/02/2014) De acordo com novo artigo publicado na revista científica Plos One, as estradas construídas em áreas remotas da Amazônia para transporte de petróleo, frequentemente divulgadas como de baixo impacto, estão, na realidade, causando grande impacto em rãs que habitam o dossel superior da floresta. No Parque Nacional Yasuní, Equador, as bromélias crescem no tronco de gigantescas árvores que ultrapassam a copa da floresta e podem conter até quatro litros de água parada. Analisando com minúcia, os pesquisadores descobriram grande diversidade de vida dentro destas micro piscinas, inclusive várias espécies de rãs. No entanto, embora vivam em habitats mais alto do que 50 metros de altura, o novo estudo aponta que a proximidade de estradas para transporte de petróleo diminui a população dessas rãs.


Armadilha fotográfica captura pela primeira vez vídeo de um pássaro raramente visto na Amazônia ... e muito mais
(07/01/2014) Um programa de armadilha fotográfica sitiou o Parque Nacional Yasuni, no Equador, e ganhou fama no que os pesquisadores acreditam ser o primeiro filme já feito sobre um urumutum noturno selvagem (Nothocrax urumutum). Além disso, o programa capturou o vídeo de outros animais raramente vistos, incluindo o cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas e o tatu gigante.


Cerca de 90% da extração de madeira na República Democrática do Congo (RDC) é ilegal
(06/25/2014) De acordo com novo relatório que traz revelações surpreendentes, o setor de silvicultura na RDC está completamente fora de controle. Elaborado pela Chatham House, o relatório estima que pelo menos 87% da exploração madeireira ocorrida na República Democrática do Congo em 2011 seja ilegal, fazendo dela, talvez, o país com maior nível de risco para quem deseja comprar produtos de madeira legal.


Poderá o óleo de palma superar a sua má reputação?
(06/25/2014) O setor de óleo de palma da Indonésia ganhou uma reputação notória nos anos recentes. As companhias de óleo da palma são acusadas, rotineiramente, pelo desmatamento das florestas primárias, destruindo os habitats de espécies ameaçadas, liberando quantidades maciças de carbono pela drenagem dos pântanos turfosos e alimentando conflitos de terra com comunidades locais. Diante da difusão dessa crítica, algumas companhias de óleo da palma estão explorando alternativas para limparem as suas operações, implementando programas inovativos para minimizar o dano ao ambiente e assegurando que as comunidades locais se beneficiem dos investimentos em óleo de palma, de acordo com um recente estudo.


Companhia petrolífera rompe acordo e constrói grandes estradas na floresta tropical de Yasuni
(06/18/2014) Ao aprovar licenças para uma companhia petrolífera perfurar mais fundo no Parque Nacional de Yasuni em uma área conhecida como Bloco 31, o governo do Equador estabeleceu a condição de que a companhia assumiria um projeto sem estradas para fazer a maioria do trabalho de transporte. No entanto, um novo relatório baseado em imagens de satélite de alta resolução revelou que a companhia em questão, a Petroamazonas, ignorou as condições do acordo ao construir um acesso rodoviário imenso, pelo menos uma ponte fixa, e ao cortar mais árvores do que o permitido. O problema é especialmente relevante pois a Petroamazonas foi premiada com licenças adicionais de petróleo para o conturbado bloco da Ishpingo-Tambococha-Tiputinin (ITT) de Yasuni, aparentemente sob as mesmas condições, sem estradas, exatamente no mês passado.


Represas polêmicas podem ter intensificado o dilúvio de proporções bíblicas na Amazônia
(06/17/2014) Ambientalistas e cientistas protestaram veementemente contra a proposta de construção das Usinas de Santo Antônio e Jirau, na Amazônia Ocidental, Brasil, alegando, entre outros fatores, que os reservatórios poderiam elevar o nível da água no Rio Madeira, causando, possivelmente, enchentes catastróficas. Parece que tinham razão: na semana passada, a Justiça Federal do Brasil determinou que fosse realizado um novo estudo sobre os impactos ambientais causados pelos reservatórios, visto haver desconfianças de que as barragens tenham piorado as enchentes no Brasil e na fronteira com a Bolívia.


Ecoturismo compensa: estudo revela baixa pobreza onde o turismo baseado na natureza predomina
(06/13/2014) Um novo estudo quantificou um ponto defendido há muito tempo por aqueles que advogam que as áreas protegidas devem ser deixadas de lado: o ecoturismo compensa. A pesquisa, publicada na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), mostra que na Costa Rica, as comunidades vizinhas às áreas de conservação possuíam índices de pobreza relativa menores do que as outras áreas. Os autores – os economistas Paul J. Ferraro da Georgia State University e Merlin M. Hanauer, da Sonoma State University – atribuem a maioria dos benefícios às oportunidades proporcionadas pelo turismo.


Formigas plantam florestas tropicais, semente por semente
(06/06/2014) O desmatamento está destruindo florestas em todo o mundo, mas seus efeitos são ainda mais evidentes na Bacia Amazônica. Devido à criação de gado, cultivo de soja, exploração madeireira e queimadas, a floresta tropical está desaparecendo num ritmo rápido. Em 2011, a mongabay.com relatou que uma colossal porcentagem de 52,7% das árvores bolivianas foram cortadas, uma das maiores taxas de desmatamento do mundo. Mas um estudo recente publicado no Jornal de Ecologia oferece uma solução única para reflorestar as paisagens desmatadas: formigas.


35 fotos do comércio de barbatana de tubarão que irão chocá-los
(06/06/2014) No mês passado, cientistas divulgaram um estudo em que chamavam a atenção para o fato de que um quarto dos tubarões e arraias corre risco de extinção. A pesquisa, publicada em 21 de janeiro na revista científica de acesso livre, eLife, foi resultado da colaboração entre 300 cientistas de 64 países. Concluiu-se que a pesca predatória é a maior ameaça para a maioria das espécies, constatando que 73 milhões de tubarões morrem, por ano, somente por causa da barbatana.


A vasta floresta tropical da Amazônia está dominada por poucas espécies de arvores
(06/05/2014) A floresta tropical da Amazônia é tão vasta e tão diversa, que perguntas aparentemente simples – como quais espécies de arvores são as mais comuns – ainda não tem resposta. Pesquisadores estão finalmente virando a ver a floresta e as arvores depois de que uma colaboração internacional de 120 científicos se juntaram para compilar a maior enquete montada até hoje sobre a Amazônia.


O preço chocante do comércio de marfim: em 12 anos, 65% dos elefantes-da-floresta do mundo foram mortos (aviso: imagem forte)
(06/04/2014) Ao longo da última década, os elefantes-da-floresta têm sofrido um massacre sem precedentes por causa das suas presas de marfim, de acordo com novos dados fornecidos por conservacionistas em Londres, no passado mês de Fevereiro. Sessenta por cento dos elefantes-da-floresta do mundo foram chacinados por caçadores furtivos nos últimos doze anos, a um ritmo assombroso anual de nove por cento da população a ser morta dessa forma. Um estudo genético de 2010 concluiu que os elefantes-da-floresta, menos conhecidos do que os seus primos da savana, são na verdade uma espécie distinta, tão afastados dos elefantes da savana como os elefantes asiáticos são dos mamutes. Esta descoberta torna a crise do elefante-da-floresta ainda mais urgente.


Revolucionário sistema de apoio da Google revela poder da “big data” para salvar florestas
(06/04/2014) O World Resources Institute (WRI) anunciou no dia 14 de fevereiro desse ano o lançamento de uma ferramenta que promete revolucionar o monitoramento florestal. A plataforma, chamada Global Florest Watch, desenvolvida ao longo de muitos anos com mais de 40 parceiros, extrai uma grande variedade de “big data” relacionados às florestas mundiais e os traduz em mapas interativos e gráficos que revelam tendências de desflorestamento, recuperação florestal e expansão da silvicultura industrial. O Global Forest Watch é a primeira ferramenta que monitora as florestas mensalmente, permitindo que autoridades e conservacionistas possam agir contra o desflorestamento à medida que ele ocorre.


Aves extintas da Amazônia ao poucos retornam em bando à floresta na ocorrência de reflorestamento natural
(06/02/2014) Algumas boas notícias vindas da floresta amazônica: se dado tempo suficiente, terras desmatadas podem se recuperar o suficiente para acolher de volta as espécies de aves que haviam desertado, de acordo com um estudo recente pela “The Auk” (Revista Trimestral de Ornitologia).


Malásia tem o índice mais alto de desflorestamento, revela mapa florestal da Google
(05/29/2014) A Malásia teve o maior índice de perda florestal no mundo entre os anos 2000 e 2012, de acordo com um novo mapa mundial de florestas desenvolvido em parceria com a Google. O total das perdas florestais na Malásia durante o período totalizou 14,4 por cento da sua área de cobertura florestal no ano 2000. A perda se traduz em 47.278 quilômetros quadrados, uma área maior que a Dinamarca.


Caçadores e desflorestação põem em risco sobrevivência de estranho porco-espinho
(05/28/2014) O ouriço-preto, também conhecido como jaú-torino, é um animal verdadeiramente distinto: uma espécie de cruzamento entre porco-espinho do Novo Mundo e rato-de-espinho, que a investigação genética aponta como mais próximo do primeiro do que do segundo. Mas as actividades humanas estão a pôr em risco o ouriço-preto (Chaetomys subspinosus), encontrado somente na Mata Atlântica do Brasil. Na verdade, um novo estudo da Tropical Conservation Science, a publicação de acesso livre do mongabay.com, concluiu que a espécie continua a ser um alvo para os caçadores, apesar da reputação de ter um gosto terrível.


50 mil quilômetros de estradas construídas na Amazônia brasileira em 3 anos
(05/28/2014) As estradas estão se expandindo rapidamente de lado a lado da Amazônia brasileira, abrindo as longínquas florestas tropicais para madeireiros, mineiros, criadores, fazendeiros e especuladores de terras, é o que revelou um novo estudo publicado no periódico Regional Environmental Change (Mudança Ambiental Regional).


Novo porco-espinho montês é descoberto no Brasil (fotos)
(05/27/2014) De acordo com novo artigo publicado na Revista Nordestina de Biologia, os cientistas descobriram uma nova espécie de porco-espinho de cauda preênsil, na Serra do Baturité, Brasil. Batizado de porco-espinho-de-baturité (Coendou baturitensis), a nova espécie foi identificada quando os cientistas perceberam significativas diferenças entre ele e seu parente mais próximo, o porco-espinho brasileiro (Coendou prehensilis). O termo "cauda preênsil" refere-se aos porcos-espinho de cauda longa e invertebrada, usada como um quinto membro para escalar árvores com agilidade.


Como o apoio da Google, mapeamento florestal de alta resolução revela desmatamento massivo no mundo
(05/22/2014) Os pesquisadores lançaram, hoje, a tão aguardada ferramenta que revela a dimensão da perda e do ganho de cobertura florestal em escala global. Com o suporte da computação em nuvens da Google, o mapa interativo da floresta estabelece uma nova base para o cálculo do desmatamento e da recuperação florestal em todos os tipos de países, biomas e florestas do mundo.


Terra Animal: explorando a biodiversidade oculta do nosso planeta
(05/21/2014) A maioria das espécies da Terra nunca é vista por nós. Na verdade, não sabemos como elas são, muito menos quão espetaculares elas são. Em geral, as pessoas conseguem identificar apenas algumas espécies que habitam seus quintais, e ainda menos aquelas de outros continentes. Essa desconexão provavelmente impede que o público em geral se relacione com a biodiversidade e, como consequência, com a perda dele.


Cargill comprometida com desflorestação zero, mas ambientalistas levantam questões
(05/21/2014) Após anos de críticas de organizações ambientalistas, a empresa Cargill anunciou que irá estabelecer políticas para eliminar a desflorestação, a conversão de turfeiras e os conflitos sociais da sua cadeia de fornecimento de óleo de palma. Mas os acitivistas ainda não estão convencidos do compromisso do gigante da indústria agroalimentar.


3,5 milhões de hectares das florestas da Indonésia e Malásia serão convertidos em óleo de palma em 20 anos
(05/20/2014) Cerca de 3,5 milhões de hectares (8,7 milhões de acres) de florestas na Indonésia, Malásia e Papua-Nova Guiné foram convertidas para o plantio da palma entre 1990 e 2010, de acordo com uma série de avaliações divulgadas pela Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável (RSPO na sigla em inglês).


“Ainda outra alerta”: aquecimento global está aqui, foi causada pelo homen, e não estamos fazendo o suficiente para pará-lo
(05/16/2014) Açoẽs humanas são responsáveis pelo aquecimento global, reconfirma um relatório importante do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC) que foi divulgado hoje. O primeiro relatório gigantesco sobre a ciência física do aquecimento global publicado em 7 anos. Cientistas falaram que agora estão com 95 á 100 porcento de certeza que açoẽs humanas—como a queima de combustíveis fósseis e o abate de florestas—são responsáveis pelo aumento observado em temperaturas global desde o ano de 1950. A média das temperaturas aumentaram 0,85 graus desde 1880, mas o relatório novo alerta que dependendo de quanto mais decombustíveis fósseis forem queimados, aumento em temperaturas podem exceder 4 graus celcius (9 graus fahrenheit) com consequências inauditas para a sociedade global.


Exploração de ouro tem repentino aumento de 400% na Floresta Amazônica
(05/16/2014) A mineração de ouro na Amazônia peruana teve um crescimento repentino de 400% desde 1999 devido a fatores como a disparada nos preços do ouro e às devastações causadas nas florestas e nos rios locais, conclui um novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).


Cientista divide gigantes da Amazônia em espécies distintas
(05/12/2014) Não há como nos enganarmos quando vemos um piracuru (arapaima): eles são maciços, bem protegidos, com respiração aérea (eles têm que vir à tona a cada poucos minutos). Eles são a megafauna dos rios da Amazônia. Mas, apesar de serem inconfundíveis, e o fato que eles têm sido caçados pelas populações indígenas por milhares de anos, os cientistas sabem relativamente pouco sobre o arapaima, incluindo quantas espécies existem. Desde a metade do século 19, os cientistas agruparam todo os tipos de arapaima em uma única espécie: Arapaima gigas. Todavia, em dois estudos recentes, a Copeia (publicação periódica referente à ictiologia e herpeteologia) dividiu os arapaimas em, no mínimo, 5 espécies – e outras poderão surgir.


Europa importa mais óleo de palma para a produção de biocombustíveis, aumentando os riscos para as florestas tropicais
(05/06/2014) As importações de óleo de palma para a Europa para uso como combustível de automóveis aumentou em mais de três vezes desde 2006, levantando preocupações que as metas para combustíveis renováveis podem estar contribuindo para o desmatamento, deslocamento de populações locais marginalizadas, e impulsionando as emissões de gases de efeito estufa no Sudeste da Ásia, averigua um novo estudo publicado pelo Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD, sigla em inglês).


40% da área rural do Brasil pertence a 1.4% dos proprietários
(05/05/2014) Uma pesquisa conduzida por um grupo de ONGs brasileiras revelou que quarenta por cento dos 509 milhões de hectares de terra classificadas como “propriedade rural” no Brasil pertencem a 1.4 por cento de vivendas rurais.


Florestas Tropicais Úmidas

Florestas Tropicais do Mundo
As florestas tropicais são um mundo como nenhum outro; e sua importância para o ecossistema global e para a existência humana é primordial. Incomparável em termos de sua diversidade biológica, as florestas tropicais são uma reserva natural de diversidade genética que oferece uma rica fonte de plantas medicinais, alimentos de subisistência, e uma miríade de outros produtos florestais úteis. Elas são um habitat importante para animais migratórios e sustentam aproximadamente 50 por cento das espécies na Terra, bem como um grande número de culturas indígenas diversas e únicas. As florestas tropicais tem um papel elementar na regulação global do clima além de manter a regularidade das chuvas, enquanto proteção contra inundações, secas e erosão. Elas armazenam vastas quantidades de carbono ao produzir uma quantidade significativa de oxigênio para o mundo.

Estrutura das Florestas Tropicais
As florestas tropicais no mundo todo são bastante diversificadas, mas várias dividem as mesmas características incluindo clima, precipitação, estrutura dossel, complexo de relações simbióticas, e uma diversidade de espécies. Cada floresta tropical não necessariamente precisa estar conformidade com estas características e a maioria dessas florestas tropicais húmidas não têm limites claros, mas podem se misturar com adjacente manguezal florestal, floresta úmida, florestas montanhosas, ou floresta tropical deciduous.

Diversidade das Florestas Tropicais
Embora cubram menos de 2 por cento da superfície da Terra, estima-se que eles cobrem 50 por cento de toda a vida no planeta. O imenso número de criaturas que habitam as florestas húmidas tropicais são tão grandes-um número estimado 5-50 milhões de espécies-que são quase incompreensíveis. O vasto leque de números por si só sugere a extensão limitada do nosso conhecimento dessas florestas. Por exemplo, as florestas temperadas são frequentemente dominadas por uma meia dúzia de espécies arbóreas ou menos que compõem 90 por cento das árvores da floresta, uma floresta tropical pode ter mais de 480 espécies de árvores em um único hectare (2,5 hectares). Um único arbusto na Amazônia pode ter mais espécies de formigas do que toda a Ilha Britânica. Esta diversidade das florestas tropicais aleatória não é um evento, mas é o resultado de uma série de circunstâncias únicas.

O Dóssel das Florestas Tropicais
Estima-se que 70-90 por cento da vida na floresta existe nas árvores, acima do solo sombreado da floresta. Floresta tropical primária é verticalmente dividida em, pelo menos, cinco camadas: o céu da floresta, o copa, o sub, a camada arbustivas, e o chão da floresta. Cada camada tem a sua própria espécie animais e vegetais interagindo com o ecossistema à sua volta. O céu refere-se à coroas de árvores emergentes que sobe de 20-100 metros acima do resto do dossel. A copa é o denso limite de árvores espaçadas e seus galhos, enquanto o sub é mais amplamente espaçados, pequenas espécies arbóreas el indivíduos que formam uma camada quebrada abaixo do dossel. A camda arbustiva é caracterizada por espécies de arbustos e pequenas árvores que crescem somente 5-20 pés acima do solo. O solo da floresta é camada de solo da floresta constituído pelos troncos de árvores, fungos, e de baixo crescimento vegetativo. Estas camadas nem sempre são distintas e podem variar de floresta pra floresta, mas servem como um bom modelo de estrutura vegetativa e mecânica da floresta.

O Solo da Floresta
O solo da floresta tropical primária raramente é o grosso, selvas emaranhadas de aventuras e histórias. É muito pelo contrário: o solo é relativamente claro de vegetação devido à profunda escuridão criado por 100 pés (30 m) acima do dossel vegetação. O dossel não apenas bloqueia a luz solar, mas também vento e chuva. Um visitante da floresta tropical durante uma chuva irá normalmente não sentir imediatamente a chuva caindo, porque muito da chuva se desvia e recolhidas por diversas plantas do dossel. O bloqueio de vento pela copa torna a o chão da floresta um lugar calmo onde só a mínima brisa sopra durante tempestades tropicais. Ao fazer caminhadas na floresta tropical primária uma lanterna pode ser mais útil do que um machete uma vez que o ambiente de iluminação moderada limita o crescimento do terreno. Em vez vegetação asfixiada, o visitante vai encontrar grandes troncos de árvore, intercaladas por vinheiras e lianas, e inúmeras mudas e arbustos e um número relativamente pequeno de plantas terrestres.

Águas das Florestas Tropicais
Florestas tropicais têm alguns dos maiores rios do mundo, como o Rio Amazonas, Madeira, Mekong, Negro, Orinoco, e Zaire (Congo), por causa da enorme quantidade de precipitação que suas bacias hidrográficas recebem. Estes rios enormes são alimentados por inúmeros pequenos afluentes, córregos e riachos. Por exemplo, o Amazonas sozinho tem 1.100 afluentes 1100, 17 dos quais tem mais 1.000 quilómetros de extensão. Embora grandes rios tropicais são bastante uniformes na aparência e composição da água, os seus afluentes variam enormemente. Muitos rios e riachos tropicais possuem extremo altos e baixos níveis de águas que ocorrem em diferentes partes do ano.

Povos das Florestas Tropicais
Povos de Florestas Tropicais Florestas tropicais têm sido o lar para povos indígenas que têm moldado as civilizações e culturas baseadas no ambiente em que vivem. Grandes civilizações como os maias, incas, e Aztecas desenvolveram sociedades complexas e fez grandes contribuições para a ciência. Viver com a natureza e a falta de tecnologia para dominar seu ambiente, os povos nativos aprenderam a assistir seus arredores e compreender os meandros da floresta. Durante gerações essas pessoas aprenderam a importância de viver dentro de seu ambiente e chegaram a contar com os inúmeros benefícios que as florestas podem fornecer.

Forças por trás da Perda das Florestas Tropicais
Como as primeiras sete seções deste site tem descrito, florestas tropicais são incrivelmente ricas ecossistemas que desempenham um papel fundamental no funcionamento básico do planeta. Florestas tropicais são provavelmente o lar de 50 por cento das espécies do mundo, tornando-as uma extensa biblioteca de recursos biológicos e genéticos. Além disso, florestas tropicais ajudam a manter o clima, são regulamentadores de gases atmosféricos e estabilizadores de chuva, protegem contra a desertificação, e fornecem inúmeras outras funções ecológicas.

Consequências Globais dos Desmatamentos dos Trópico
Florestas Tropicais em todo o mundo continuam a diminuir. Será que realmente fazem a diferença? Por que alguém deveria se importar se algumas plantas, animais, cogumelos, e microorganismos perecerem? Florestas tropicais são frequentemente quente e úmidas, difíceis de alcançar, cheias de insetos, e têm vida selvagem fugaz.

Como Salvar as Florestas Tropicais
Hoje tropicais florestas tropicais estão desaparecendo da face da Terra. Apesar da crescente preocupação internacional, florestas tropicais continuam a ser destruídas a um ritmo superior a 80000 hectares (32000 hectares) por dia. A cobertura mundial de florestas tem em cerca de 2,5 milhões de milhas quadradas (6 milhões de quilômetros quadrados), sobre uma área do tamanho da contíguas 48 Estados Unidos ou Austrália e representando cerca de 5 por cento da superfície terrestre do mundo. Grande parte dessa área restante foi impactado por atividades humanas e já não mantém a sua plena biodiversidade original.

Peixe tropical

Prefácio
Introdução
Anatomia do Peixe
Química da Água
O Aquário
Aquário decorações
Manutenção do aquário
Plantas aquáticas
Comida do Peixe
Tratamento de doenças dos peixes
Saúde dos peixes
Como criar peixes
Conservação


Inglês


Para crianças







MADAGASCAR

Parte 01: Introdução
Parte 02: Geografia
Parte 03: Clima
Parte 04: Povo
Parte 05: História
Parte 06: Economia
Parte 07: Vida selvagem
Parte 08: Vida selvagem - lémures
Parte 09: Vida selvagem - carnívoros
Parte 10: Vida selvagem - mamíferos
Parte 11: Vida selvagem - pássaros
Parte 12: Vida selvagem - sapos
Parte 13: Vida selvagem - répteis
Parte 14: Vida selvagem - lagartos
Parte 15: Vida selvagem - cobras
Parte 16: Vida selvagem - peixes
Parte 17: Vida selvagem - invertebrados
Parte 18: Flora
Parte 19: Meio Ambiente
Parte 20: Meio Ambiente – desmatamento
Parte 21: Meio Ambiente – queimadas
Parte 22: Meio Ambiente – erosão
Parte 23: Meio Ambiente – exploração descontrolada
Parte 24: Meio Ambiente – espécies intrusas
Parte 25: Proteção do Meio Ambiente
Parte 26: Quiz


Fotos


Argentina



Austrália



Belize



Butão



Botsuana



Brasil



Birmânia



Califórnia



Camboja



China



Colômbia



Costa Rica



Croácia



Equador



Gabão



Grand Canyon



Guatemala



Honduras



Islândia



Índia



Indonésia



Itália



Jordânia



Kauai



Quênia



Laos



Madagascar



Malásia



Maui



México



Marrocos



Nepal



Nova Zelândia



Panamá



Peru



Eslovênia



Suriname



Tanzânia



Tailândia



Uganda



Estados Unidos



Utah



Venezuela


Primeira página |  Notícias ambientais |  Florestas tropicais |  Peixe tropical |  Imagens |  Para crianças  |  Madagascar |  Ajuda  |  Sobre  |  Inglês



© Rhett Butler 2010