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Notícias ambientais

Minas de níquel, balas de chumbo: os Kekchi maia buscam justiça na Guatemala e Canadá
(06/21/2015) German Chub enfrenta o juiz respondendo a uma série de perguntas com calma e tranquilidade durante o interrogatório. Eles usa os seus braços para se erguer e se move um pouco na cadeira de rodas. Outros jovens Kekchi o ajudaram a subir até a sala do tribunal, no segundo andar, em Puerto Barrios, uma agitada cidade portuária do Caribe, na parte leste da Guatemala.


Revestimento de comida feito com ingredientes africanos visa diminuir o desperdício de alimentos
(06/16/2015) Na África Subsaariana, por cada tomate ou mandioca ingerido, um é desperdiçado. Cerca de metade de todas as frutas e legumes são desperdiçadas, antes de chegarem ao prato. Falta de refrigeração ou de electricidade estável, assim como as longas e imprevisíveis cadeias de abastecimento, dificultam a manutenção de alimentos frescos. Mas um novo revestimento de alimentos que se baseia em goma arábica – uma seiva de árvore produzida regionalmente – pode ajudar a resolver o problema.


Jane Goodall: Cinco razões para ter esperança no planeta
(06/15/2015) Sua caminhada para alcançar essa posição é tão improvável quanto inspiradora. Aconselhada pela mãe a "nunca desistir", Jane resolveu, aos 20 anos de idade, perseguir seu sonho de criança: morar com os animais na África. Aos 26 anos, era exatamente isso o que fazia. Selecionada pessoalmente pelo renomado antropologista Louis Leakey, Jane foi envida a Gombe, Tanzânia, para conduzir o primeiro estudo comportamental, de longo prazo, dos chimpanzés selvagens. Sem até mesmo possuir um diploma universitário, Jane tornou-se a única pessoa a já ter sido aceita por um grupo da espécie.


Expedição no Congo redescobre primata desaparecido
(06/15/2015) Quando o Colobus vermelho de bouvier foi visto pela última vez, as discotecas estavam na moda, a internet não existia e Madonna ainda era apenas uma referência à mãe de Deus. A partir de então, o macaco africano desapareceu e conservacionistas temeram sua extinção como vítima do comércio de carne. Durante anos, grupos de pesquisa organizaram expedições para descobrir se o Colobus vermelho de bouvier (Piliocolobus bouvieri) sobrevivera nas florestas da República do Congo.


Concurso oferece prêmios em dinheiro por soluções para a crise da caça ilegal de animais selvagens
(06/08/2015) À frente desse movimento, uma aliança entre vários parceiros lançou o Wildlife Crime Tech Challenge (Desafio Tecnológico contra o crime à vida selvagem, em tradução livre). Trata-se de uma iniciativa para despertar e conduzir investimentos em soluções tecnológicas e científicas inovadoras com o objetivo de ajudar a reduzir o dano causado pelo comércio ilegal de animais selvagens. A iniciativa tem o apoio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), da National Geographic Society (Sociedade Geográfica Nacional), do Instituto Smithsonian e da rede de monitoração do comércio de animais selvagens TRAFFIC.


Dourados são ameaçados pelas represas na Amazônia
(06/04/2015) Todos os anos, dourados gigantes migram dos estuários rasos situados perto da foz do Rio Amazonas até as turbidas cabeceiras dos seus afluentes – uma jornada que pode exceder 4.000 quilômetros. Assim que eles chegam, ocorre a desova. As resultantes larvas e peixes jovens percorrem todo o caminho de volta aos estuários, onde eles se desenvolverão durante os próximos dois anos, antes de repetir o mesmo trajeto realizado pelos pais deles.


Incrementando o valor de conservação de quatro quilômetros quadrados de concessões de extração madeireira em florestas tropicais
(06/03/2015) De acordo com estudo, exceto por adquirir de volta as concessões, substituir métodos convencionais de atividade madeireira por opções de menor impacto dentro das concessões já existentes pode ser o melhor caminho para aumentar a biodiversidade em áreas alocadas para extração de madeira.


As 10 melhores notícias ambientais de 2014
(06/02/2015) Em 2014, aconteceu o inimaginável: as empresas que representavam a maioria da produção de óleo de palma e comércio concordaram em interromper o corte de florestas tropicais e a drenagem de turfeiras para novas plantações de óleo de palma (dendê). Depois de anos de intensas campanhas de ambientalistas e terríveis advertências de cientistas, quase duas dúzias dos maiores produtores, comerciantes e compradores estabeleceram políticas de desmatamento zero


Os conservacionistas precisam de um pouco de esperança para não se tornarem os cientistas mais depressivos do planeta
(06/01/2015) Eis um desafio: levar um conservacionista para tomar uma bebida e perguntar sobre o seu trabalho. Em nove de dez vezes — ou mais do que isso — você irá embora se sentindo frustrado, desapontado e completamente sem esperanças. Você ouvirá sobre as florestas tropicais sendo derrubadas para fabricação de óleo de palma ou de pauzinhos para comida oriental, ou ainda uma espécie recém-descoberta que foi extinta, ou um governo que é pior do que ambivalente, é corrupto, ou uma misteriosa corporação que está fazendo alguma coisa terrível para o ecossistema e para a população local apenas para fazer feliz os gananciosos acionistas.


Vídeos revelam aves raras, macacos selvagens, e uma família de jaguares num parque explorado para extracção de petróleo
(05/27/2015) Uma compilação de novos vídeos feitos com base em armadilha fotográfica no Parque Nacional Yasuni mostra espécies raramente vistas como o taiaçuíra (Neomorphus geoffroyi) e o cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas (Atelocynus microtis), bem como certos comportamentos estranhos, como preguiças que lambem sal da terra . A compilação foi produzida por Diego Mosquera, gestor e chefe do programa de armadilhas fotográficas na Estação da Biodiversidade Tiputini.


Cientistas identificam rā através do DNA, sem deixar a floresta
(05/19/2015) Ontem, uma equipa de cientistas italianos fez história, quando pegou numa rā numa floresta de montanha na Tanzânia: usando uma pequena amostra de sangue da rā, a equipa foi capaz de extrair, purificar e amplificar o DNA do anfíbio – tudo enquanto estavam na floresta – usando um dispositivo chamado Expedition Genomics Lab.


Assassinatos de activitas ambientais aumentou 20% no ano passado
(05/11/2015) De acordo com um novo e sombrio relatório elaborado pela Global Witness, o assassinato e a matança de ativistas ambientais aumentou 20% no ano passado. Em 2014, a organização documentou 116 mortes em 17 países, com o maior número de assassinatos a ocorrer no Brasil, que contabilizou 29 mortes de defensores ambientais e de direitos à terra.


Nova anta? Cientistas disputam descoberta biológica do século
(05/11/2015) Há quase um ano, os cientistas anunciaram uma descoberta incrível: uma nova espécie de anta da Amazónia Ocidental no Brasil e Colômbia. O anúncio era notável por várias razões: este seria o maior novo mamífero terrestre descoberto em mais de 20 anos e apenas a quinta espécie de anta conhecida no mundo. A anta, apelidada anta-pretinha ou anta kabomani, foi descrita como significativamente mais pequena do que as outras antas do mundo (embora sendo ainda um dos maiores animais terrestres da América do Sul), com uma forma muito distinta de cabeça e o pêlo mais escuro do que o normal. Mas no espaço de alguns meses outros investigadores levantaram dúvidas sobre a veracidade da nova espécie.


Florestas indígenas ameaçadas abrangem mais da metade do carbono da Amazônia
(05/08/2015) A emissão de carbono pela ação humana é um grande agente do aquecimento global, e os cientistas constataram há anos que as florestas tropicais são vitais para absorver excesso de carbono. Um novo estudo divulgado no Carbon Management constata que a quantidade total de carbono retida em partes da floresta tropical Amazônia ocupadas por grupos indígenas é muito superior à estimada anteriormente – uma quantidade que, caso liberada, seria capaz de desestabilizar a atmosfera da Terra. Mas devido aos fracos direitos de propriedade de terra, essas áreas estão sob risco de desmatamento.


A expansão do óleo de palma teve participação na crise do Ebola?
(05/07/2015) O surto do Ebola na África ocidental pode ter sido o resultado de políticas econômicas e agrícolas complexas, desenvolvidas pelas autoridades da Guiné e Libéria, conforme um novo documentário sobre Planejamento e Meio Ambiente. Examinando as atividades econômicas em torno dos povoados onde o Ebola surgiu inicialmente, os pesquisadores averiguaram uma mudança nas atividades do uso da terra na região florestal da Guiné, particularmente com aumento do cultivo do dendezeiro


Aplicação móvel revela quais os produtos que contêm óleo de palma
(05/05/2015) Uma nova aplicação móvel permite aos utilizadores de iPhone e Android digitalizar códigos de barras, e revelar se os produtos contêm óleo de palma.


Comunidades locais não são o inimigo: conheça a conservação ambiental real realizada nas linhas de frente
(04/22/2015) Salvar um dos primatas mais ameaçados do mundo significa repensar a conservação. Quando Noga Shanee e seus colegas chegaram pela primeira vez ao nordeste do Peru em sua viagem para estudar o macaco-barrigudo-de-cauda-amarela (Oreonax flavicauda), ela ficou chocada com o que viu.


Novas leis podem transformar as florestas do Brasil em minas
(04/15/2015) Com a maior rede de áreas protegidas, e uma queda de 70% na taxa de desflorestação da Amazónia durante a ultima década, o Brasil tem feito um enorme esforço para preservar o que resta da sua natureza. No entanto, esses esforços poderão ser agora colocados em causa, devido a novas leis, que ameaçam transformar as áreas protegidas do país em minas e barragens.


Como nos contos de fada: adentrando a última floresta primária da Europa
(04/11/2015) Quase nada restou das célebres florestas europeias que por milênios ofereceram fornecimentos para comunidades humanas e deram vida aos contos-de-fada mais famosos do planeta. Ocupando a fronteira entre a Polônia e a Bielorrússia, a floresta Bialowieza é a última floresta primária de vegetação rasteira, com partes que nunca foram cortadas pelo homem.


Razões surpreendentes para ser otimista sobre a preservação das florestas
(04/06/2015) Nos anos 90 o mundo observou com atenção que vastas áreas de floresta tropical foram derrubadas para madeira e cultivação de terras, escavadas para minerais e energia e inundadas para projetos hidrelétricos. Grupos de conservação, governos, filantropos e instituições como o Bando Mundial, gastaram coletivamente bilhões de dólares em programas para combater o massacre. Mas, como visto por satélites bem acima da superfície terrestre, esses esforços quase não mudaram as taxas de desmatamento. Uma década e meia no século XXI, o mundo ainda testemunha a mesma destruição a uma taxa ligeiramente reduzida


Peixes de mercúrio: exploração de ouro no Peru coloca em risco as comunidades que vivem a jusante das minas
(04/03/2015) Na sua maioria ilegal, a exploração mineira artesanal de ouro destruiu parte da floresta Amazónica no Peru na última década, devido sobretudo a um aumento do preço do ouro. O facto da indústria não estar regulamentada resultou em extensa desflorestação, e num desastre ambiental. Para além disso, os especialistas levantam agora questões em relação a um potencial impacto na saúde dos habitantes da região, devido à poluição causada pelo mercúrio. Um novo estudo científico publicado na Royal Society of Chemistry revela, pela primeira vez, que a poluição causada pelo mercúrio, tem-se espalhado rapidamente ao longo dos rios, podendo estar a causar danos nas comunidades localizadas até, pelo menos, 560 km (350 milhas) das minas.


Bebés e maternidade: como os tatus-canastra estão a surpreender os cientistas (fotos)
(04/02/2015) Até há dez anos o conhecimento dos cientistas acerca dos hábitos reprodutivos do tatu-canastra, o maior tatu do mundo, resumia-se basicamente à especulação. Mas um projecto de investigação a longo prazo no Pantanal brasileiro está a mudar isso: no ano passado os investigadores anunciaram as primeiras fotos de sempre de um tatu-canastra bebé e desde então já registaram um segundo nascimento, de outra fêmea


Áreas protegidas recebem 8 bilhões de visitas por ano, mas continuam carente de recursos
(04/02/2015) O mundo ama suas áreas protegidas, de acordo com um novo estudo no acesso livre do PLOS Biology. Pesquisadores dos EUA e da Inglaterra estimam que o as áreas protegidas do mundo recebem oito bilhões de visitas todo ano. Isso significa uma média de uma visita de 1.1 de cada pessoa que visita as áreas protegidas em um ano quando se analisa a estimativa global da população de aproximadamente 7.2 bilhões atualmente. Além disso, a pesquisa constatou que as áreas protegidas de provavelmente proporcionou pelo menos 600 bilhões de dólares para as economias nacionais.


'As armas também matam árvores': caça excessiva aumenta o perigo de extinção das árvores
(03/24/2015) Um novo artigo científico confirma algo que os ecologistas há muito receavam: a caça de aves e mamíferos aumenta drasticamente o risco de extinção das árvores tropicais. Estudando de perto do ciclo de vida de uma árvore da espécie Miliusa horsfieldii, os investigadores descobriram que a caça excessiva de animais aumenta 14x as probabilidades de extinção desta espécie de árvores, ao longo do século, de 0.5% para 7%.


Florestas tropicais: 10 coisas para se observar em 2015
(03/23/2015) 2014 foi um ano de marco de referência para as florestas tropicais, com dezenas de grandes empresas comprometidas a eliminar o desmatamento das cadeias de fornecimentos, teve o lançamento de novas plataformas para monitorar as florestas, e uma queda considerável no desmatamento na Amazônia brasileira, dentre outros grandes desenvolvimentos. Aqui está um rápido olhar adiante no que poderia estar reservado para as florestas tropicais em 2015.


Erradicação dos ratos é necessária para salvar colônia de aves marinhas
(03/18/2015) Além de serem um incômodo na sua casa, em um conjunto de ilhas isoladas (arquipélago) na costa nordeste do Brasil, os ratos são uma ameaça para o rabo-de-palha-de-bico-vermelho (Phaethon aethereus). Os ninhos de aves marinhas no remoto Parque Nacional de Abrolhos são invadidos por duas espécies de ratos que atacam seus ovos e filhotes: o rato-preto (Rattus rattus) e o rato-marrom (Rattus norvegicus).


Metade do desmatamento na Indonésia ocorre fora das áreas de concessão
(03/12/2015) Aproximadamente metade da perda das florestas naturais na Indonésia ocorre fora das áreas de concessão oficialmente designadas, concluiu uma nova avaliação, que também detectou os índices de desmatamento mais altos nos locais onde a governança florestal apresenta os piores resultados. O relatório, divulgado no mês passado pela organização Forest Watch da Indonésia, é baseado na análise de dados do satélite que cobriu a área do arquipélago. Ao contrário das avaliações feitas pelo Ministério Florestal, a informação inclui áreas fora das "propriedades florestais".


Como é que vamos evitar o desaparecimento das florestas mundiais antigas?
(03/11/2015) Não há nada no mundo como uma floresta primária, que nunca foi alvo de desbastação industrial ou abatida pelo homem. Nas características comuns destas florestas incluem-se as árvores antigas, uma quantidade significativa de madeira morta, pouco crescimento ao nível do solo, devido à cobertura das copas das árvores, e uma elevada biodiversidade, que inclui muitas espécies que não se encontram noutros locais. São geralmente descritas como semelhantes a catedrais, devido aos troncos das árvores que se assemelham a pilares e ao tapete vegetal que cobre o solo.


Conheça os criminosos ambientais mais procurados do mundo
(03/06/2015) Na tentative de manter os esforços recentes para aumentar as suas acções contra os crimes ambientias, a INTERPOL identificou nove fugitivos por quebrarem a lei ao exercerem actividades relacionadas com exploração ilegal de madeira, caça furtiva e comércio de animais selvagens, pesca ilegal e despejo ilegal de resíduos, entre outros crimes.


Tempo para um “checkup”: Pesquisadores examinam a saúde da Anta Brasileira
(02/25/2015) A anta-brasileira (Tapirus terrestris) tem uma má fama no Brasil, onde chamar uma pessoa de anta pode significar chamá-la de burra. No entanto, a história tem mostrado que esta espécie merece muito mais respeito. Este ousado "fóssil vivo" sobreviveu à múltiplos eventos de extinção desde o Eoceno (era geológica), ainda que sua capacidade de sobreviver ao presente Antropoceno permaneça permaneça incerta.


Florestas Tropicais Úmidas

Florestas Tropicais do Mundo
As florestas tropicais são um mundo como nenhum outro; e sua importância para o ecossistema global e para a existência humana é primordial. Incomparável em termos de sua diversidade biológica, as florestas tropicais são uma reserva natural de diversidade genética que oferece uma rica fonte de plantas medicinais, alimentos de subisistência, e uma miríade de outros produtos florestais úteis. Elas são um habitat importante para animais migratórios e sustentam aproximadamente 50 por cento das espécies na Terra, bem como um grande número de culturas indígenas diversas e únicas. As florestas tropicais tem um papel elementar na regulação global do clima além de manter a regularidade das chuvas, enquanto proteção contra inundações, secas e erosão. Elas armazenam vastas quantidades de carbono ao produzir uma quantidade significativa de oxigênio para o mundo.

Estrutura das Florestas Tropicais
As florestas tropicais no mundo todo são bastante diversificadas, mas várias dividem as mesmas características incluindo clima, precipitação, estrutura dossel, complexo de relações simbióticas, e uma diversidade de espécies. Cada floresta tropical não necessariamente precisa estar conformidade com estas características e a maioria dessas florestas tropicais húmidas não têm limites claros, mas podem se misturar com adjacente manguezal florestal, floresta úmida, florestas montanhosas, ou floresta tropical deciduous.

Diversidade das Florestas Tropicais
Embora cubram menos de 2 por cento da superfície da Terra, estima-se que eles cobrem 50 por cento de toda a vida no planeta. O imenso número de criaturas que habitam as florestas húmidas tropicais são tão grandes-um número estimado 5-50 milhões de espécies-que são quase incompreensíveis. O vasto leque de números por si só sugere a extensão limitada do nosso conhecimento dessas florestas. Por exemplo, as florestas temperadas são frequentemente dominadas por uma meia dúzia de espécies arbóreas ou menos que compõem 90 por cento das árvores da floresta, uma floresta tropical pode ter mais de 480 espécies de árvores em um único hectare (2,5 hectares). Um único arbusto na Amazônia pode ter mais espécies de formigas do que toda a Ilha Britânica. Esta diversidade das florestas tropicais aleatória não é um evento, mas é o resultado de uma série de circunstâncias únicas.

O Dóssel das Florestas Tropicais
Estima-se que 70-90 por cento da vida na floresta existe nas árvores, acima do solo sombreado da floresta. Floresta tropical primária é verticalmente dividida em, pelo menos, cinco camadas: o céu da floresta, o copa, o sub, a camada arbustivas, e o chão da floresta. Cada camada tem a sua própria espécie animais e vegetais interagindo com o ecossistema à sua volta. O céu refere-se à coroas de árvores emergentes que sobe de 20-100 metros acima do resto do dossel. A copa é o denso limite de árvores espaçadas e seus galhos, enquanto o sub é mais amplamente espaçados, pequenas espécies arbóreas el indivíduos que formam uma camada quebrada abaixo do dossel. A camda arbustiva é caracterizada por espécies de arbustos e pequenas árvores que crescem somente 5-20 pés acima do solo. O solo da floresta é camada de solo da floresta constituído pelos troncos de árvores, fungos, e de baixo crescimento vegetativo. Estas camadas nem sempre são distintas e podem variar de floresta pra floresta, mas servem como um bom modelo de estrutura vegetativa e mecânica da floresta.

O Solo da Floresta
O solo da floresta tropical primária raramente é o grosso, selvas emaranhadas de aventuras e histórias. É muito pelo contrário: o solo é relativamente claro de vegetação devido à profunda escuridão criado por 100 pés (30 m) acima do dossel vegetação. O dossel não apenas bloqueia a luz solar, mas também vento e chuva. Um visitante da floresta tropical durante uma chuva irá normalmente não sentir imediatamente a chuva caindo, porque muito da chuva se desvia e recolhidas por diversas plantas do dossel. O bloqueio de vento pela copa torna a o chão da floresta um lugar calmo onde só a mínima brisa sopra durante tempestades tropicais. Ao fazer caminhadas na floresta tropical primária uma lanterna pode ser mais útil do que um machete uma vez que o ambiente de iluminação moderada limita o crescimento do terreno. Em vez vegetação asfixiada, o visitante vai encontrar grandes troncos de árvore, intercaladas por vinheiras e lianas, e inúmeras mudas e arbustos e um número relativamente pequeno de plantas terrestres.

Águas das Florestas Tropicais
Florestas tropicais têm alguns dos maiores rios do mundo, como o Rio Amazonas, Madeira, Mekong, Negro, Orinoco, e Zaire (Congo), por causa da enorme quantidade de precipitação que suas bacias hidrográficas recebem. Estes rios enormes são alimentados por inúmeros pequenos afluentes, córregos e riachos. Por exemplo, o Amazonas sozinho tem 1.100 afluentes 1100, 17 dos quais tem mais 1.000 quilómetros de extensão. Embora grandes rios tropicais são bastante uniformes na aparência e composição da água, os seus afluentes variam enormemente. Muitos rios e riachos tropicais possuem extremo altos e baixos níveis de águas que ocorrem em diferentes partes do ano.

Povos das Florestas Tropicais
Povos de Florestas Tropicais Florestas tropicais têm sido o lar para povos indígenas que têm moldado as civilizações e culturas baseadas no ambiente em que vivem. Grandes civilizações como os maias, incas, e Aztecas desenvolveram sociedades complexas e fez grandes contribuições para a ciência. Viver com a natureza e a falta de tecnologia para dominar seu ambiente, os povos nativos aprenderam a assistir seus arredores e compreender os meandros da floresta. Durante gerações essas pessoas aprenderam a importância de viver dentro de seu ambiente e chegaram a contar com os inúmeros benefícios que as florestas podem fornecer.

Forças por trás da Perda das Florestas Tropicais
Como as primeiras sete seções deste site tem descrito, florestas tropicais são incrivelmente ricas ecossistemas que desempenham um papel fundamental no funcionamento básico do planeta. Florestas tropicais são provavelmente o lar de 50 por cento das espécies do mundo, tornando-as uma extensa biblioteca de recursos biológicos e genéticos. Além disso, florestas tropicais ajudam a manter o clima, são regulamentadores de gases atmosféricos e estabilizadores de chuva, protegem contra a desertificação, e fornecem inúmeras outras funções ecológicas.

Consequências Globais dos Desmatamentos dos Trópico
Florestas Tropicais em todo o mundo continuam a diminuir. Será que realmente fazem a diferença? Por que alguém deveria se importar se algumas plantas, animais, cogumelos, e microorganismos perecerem? Florestas tropicais são frequentemente quente e úmidas, difíceis de alcançar, cheias de insetos, e têm vida selvagem fugaz.

Como Salvar as Florestas Tropicais
Hoje tropicais florestas tropicais estão desaparecendo da face da Terra. Apesar da crescente preocupação internacional, florestas tropicais continuam a ser destruídas a um ritmo superior a 80000 hectares (32000 hectares) por dia. A cobertura mundial de florestas tem em cerca de 2,5 milhões de milhas quadradas (6 milhões de quilômetros quadrados), sobre uma área do tamanho da contíguas 48 Estados Unidos ou Austrália e representando cerca de 5 por cento da superfície terrestre do mundo. Grande parte dessa área restante foi impactado por atividades humanas e já não mantém a sua plena biodiversidade original.

Peixe tropical

Prefácio
Introdução
Anatomia do Peixe
Química da Água
O Aquário
Aquário decorações
Manutenção do aquário
Plantas aquáticas
Comida do Peixe
Tratamento de doenças dos peixes
Saúde dos peixes
Como criar peixes
Conservação


Inglês


Para crianças







MADAGASCAR

Parte 01: Introdução
Parte 02: Geografia
Parte 03: Clima
Parte 04: Povo
Parte 05: História
Parte 06: Economia
Parte 07: Vida selvagem
Parte 08: Vida selvagem - lémures
Parte 09: Vida selvagem - carnívoros
Parte 10: Vida selvagem - mamíferos
Parte 11: Vida selvagem - pássaros
Parte 12: Vida selvagem - sapos
Parte 13: Vida selvagem - répteis
Parte 14: Vida selvagem - lagartos
Parte 15: Vida selvagem - cobras
Parte 16: Vida selvagem - peixes
Parte 17: Vida selvagem - invertebrados
Parte 18: Flora
Parte 19: Meio Ambiente
Parte 20: Meio Ambiente – desmatamento
Parte 21: Meio Ambiente – queimadas
Parte 22: Meio Ambiente – erosão
Parte 23: Meio Ambiente – exploração descontrolada
Parte 24: Meio Ambiente – espécies intrusas
Parte 25: Proteção do Meio Ambiente
Parte 26: Quiz


Fotos


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© Rhett Butler 2010